Mulheres desempregadas têm direito a receber licença maternidade?

A atendente de telemarketing Gilvana Fernandes,29, descobriu a gravidez em julho de 2021, dois meses antes de começar num novo emprego. Mãe de primeira viagem, ela passou por maus bocados porque enjoava muito e, durante a jornada de trabalho, só podia se levantar para ir ao banheiro quando havia liberação dos supervisores, o que, geralmente, demorava.
Gilvana Fernandes desenvolveu um quadro de ansiedade e depressão durante a gestação, mas hoje respira aliviada com os direitos assegurados (Foto: Acervo Pessoal) Como se não bastasse, os pedidos da mãe para ir ao banheiro eram mal interpretados e os supervisores acabavam derrubando a estação de trabalho onde ela atuava, fato que gerava descontos salariais.

Afastada das atividades e sem receber salário e nem a licença maternidade desde agosto do ano passado, agora ela vem respirando um pouco aliviada com a possibilidade de ter seu caso judicializado.
Casos como o de Gilvana são mais comuns do que se imagina, mas sempre vale lembrar..

Como valores feministas e maternais ajudam na promoção dos negócios

Há mais de 50 anos, empresas se definem como feministas, buscando formas de serem sustentáveis e, ao mesmo tempo, promoverem os ideais de uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres. Apesar do esforço, até os dias de hoje, mulheres permanecem buscando a fórmula que garanta conciliar suas metas enquanto empresárias e o desempenho dos papéis sociais como mães, esposas e indivíduos.
Conversamos com quatro empresárias, mães e feministas que falaram sobre suas histórias, seus negócios e como a causa faz a diferença na hora de comercializar produtos e serviços.
Há sete anos, Luana Lidio foi mãe e há 3 anos e seis meses uniu o desejo de criar a Escola de Empreendedorismo Digital para Mães junto com o filho. “Foi a escolha mais certa que eu fiz, pois consegui ter o prazer de ver o meu negócio crescendo junto com o meu filho…É um processo recompensador e transformador”, afirma, lembrando que 75% das mulheres que empreendem fazem após a maternidade e esse movimento traz benefíci..

Ambiente de trabalho feliz gera negócio mais produtivo e rentável

Quando decidiram transformar o excedente do cultivo de cacau e outras frutas num empreendimento, a família Britto não fazia ideia das inúmeras mudanças que atravessariam para gerir bem os colaboradores e, consequentemente, os negócios. Hoje, com 30 anos de mercado e 28 funcionários, a Ed Polpas Indústria de Polpas de Frutas Ltda decidiu que investir em pessoas seria mais rentável que investir em estrutura física ou até mesmo maquinário.
Edson Britto percebeu que a gestão humanizada melhorou o clima organizacional, resultando num aumento de produtividade na empresa (Foto: Divulgação) “Instituímos uma gestão humanizada e os resultados apareceram logo com profissionais mais satisfeitos, consequentemente mais produtivo, mais zelosos com as máquinas e objetos da empresa”, comemora o CEO Edson Britto.
O empresário é enfático em afirmar que as boas práticas gerenciais, gestão humanizada e clima organizacional saudável não implicam em deixar de cobrar metas, apenas preza pelo cuidado e..

Ex-gerente do McDonald’s nos EUA revela qual bebida os clientes ‘nunca devem pedir’

A ex-funcionária de uma unidade da Mc Donald's, nos Estados Unidos, compartilhou no TikTok um vídeo revelando um segredo da empresa na qual trabalhou. Nicole Weisel trabalhou como gerente do restaurante por três anos e pediu para que os clientes evitassem pedir um item do cardápio.
Na rede social, Nicole divulgou quanto de açúcar leva o “Chá Doce”.
Ela explica que, durante o período em que trabalhou no rede de fast food, havia dois tipos de jarras para quatro galões de chá. Uma vermelha, destinada ao chá doce, e uma verde, ao chá sem açúcar.
“Para cada quatro galões do jarro vermelho, o chá doce, havia um saco cheio de 1,8 quilo de açúcar esvaziado nele”, contou Weisel. “450 gramas por galão de chá”.
De acordo com o jornal The Sun, um outro ex-funcionário, que contou ter trabalhado no local na adolescência, alegou que chegou a 'engasgar' quando foi ensinado a fazer o chá doce e descobriu a quantidade de açúcar.

Saiba como ganhar até R$ 12 mil resolvendo problemas de clientes em empresas

Você é uma daquelas pessoas que adoram encontrar soluções para os problemas alheios? Se a resposta for positiva, talvez sua profissão dos sonhos esteja ligada a uma das áreas mais promissoras para os próximos anos, mesmo para quem não tem formação na área das Tecnologias da Informação (TI). Trata-se do profissional voltado para a experiência do cliente, do inglês User Experience (UX).
De acordo com o Designer e Professor da pós-graduação em Marketing Digital e Mídias Sociais da Unijorge Lau Yamazaki, a área trabalha com as soluções adequadas e úteis para os problemas e necessidades que se apresentam para usuários no dia a dia.
“Isso envolve desde o desenvolvimento de uma interface amigável num app até a estruturação de um serviço de atendimento ao público num banco, por exemplo”, explica, lembrando que o profissional deve ter um conhecimento de abordagens e metodologias para pesquisa, criação, testes e até transitar por disciplinas que tangenciam a área, como a psicologia, matemática..

Demissão paz e amor: ‘novo RH’ ajuda na saída de funcionários de forma humanizada

As demissões são processos difíceis, tanto para o funcionário quanto para o empregador. No entanto, uma nova política na gestão de pessoas vem desenvolvendo uma prática conhecida como Desligamento humanizado, que traz à tona todo respeito e cuidado pela pessoa que será desligada, oferecendo a ela toda atenção e ouvidos, considerando o bem emocional deste colaborador, que deu seu melhor para a empresa.
A empreendedora social e estrategista em recolocação profissional da PlugaJobs, Karla Clarinda defende que a demissão humanizada faz com que o colaborador demitido carregue uma imagem positiva da empresa, mesmo após o desligamento. “Muitas pessoas demitidas durante a pandemia nesse formato, regressaram às empresas que puderam recontratar. Uma relação clara e harmoniosa é fundamental!”, pontua.
A gerente de Operações de Transição de Carreira na LHH Patricia Paniquar diz que é notório que as empresas estão mais atentas a Jornada do Colaborador, de acordo com a Great Place to Work, a jorna..

SOS para empreendedores baianos: onde buscar ajuda para seu negócio

Há mais de 12 anos, Jutacy Alves abriu um CNPJ como microempreendedor individual para atuar no ramo de reformas e construção civil. Como passou um tempo morando fora, ao retornar a Salvador, percebeu que não conseguia mais emitir notas fiscais, pois a ausência longa fez com que a inscrição fosse cancelada. Na capital baiana, alguns serviços estão ajudando os empreendedores a tocarem seus negócios com mais facilidade e rapidez.
Um desses serviços une num mesmo lugar a Secretaria da Administração (Saeb), Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb), Ibametro, Sebrae e Desenbahia. Trata-se do Serviço de Atendimento ao Empreendedor (SAE), que foram abertas nos postos dos SAC’s Shopping da Bahia e Salvador Shopping.
Além da capital, o serviço está disponível no interior do estado em 17 unidades: Alagoinhas, Feira de Santana, Guanambi, Ilhéus, Irecê, Itabuna, Jacobina, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Santo Antônio de Jesus, Senhor do Bonfim, Teixeira de Feitas, Valença, Vitória da Conquista,..

Positividade tóxica: excesso de animação pode prejudicar saúde mental

Um ambiente profissional onde tudo é tratado com excesso de positividade, sendo que a rotina não reflete o mesmo, pode prejudicar a saúde mental do trabalhador. Assim como, animar o colega de trabalho quando as coisas não vão bem para ele, também pode ser negativo.
Quando alguém tenta suprimir as emoções negativas de uma outra pessoa por meio de frases animadas como a de que o sucesso só depende de si, e a de que felicidade está sempre à mão, é um sinal de positividade tóxica.
O consultor e gerente de Recursos Humanos da RHF Talentos, Ademi Bezerra, define a situação como, “consequência de uma ditadura das redes sociais, porque ninguém coloca os erros e fracassos, que são a base do aprendizado, em voga”. destaca. “Além disso, se ouve muito no trabalho que é preciso entregar e superar as metas, mas dificilmente você ouve um ‘como você está?'”, conclui.
De acordo com a psicóloga Ingrid Nayan, ao contrário do que parece ser senso comum, ser sempre positivo não faz com que as pess..

Simm oferece mais de 100 vagas de emprego em Salvador; salários de quase R$ 5 mil

O Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm) oferece 111 vagas de emprego para esta segunda-feira (28), em Salvador. Do total, 47 vagas são destinadas a pessoas com deficiência (PCD).
Os candidatos devem acessar o site (clique aqui) para agendar o atendimento a partir das 17h30h. Em caso de deficiência visual, os candidatos deverão entrar em contato pelo número (71) 3202-2005 para o agendamento.
O atendimento está sendo realizado de forma híbrida, ou seja, de forma presencial e remota, via WhatsApp – a escolha é no momento do agendamento.
VAGAS
Inspetor de aluno (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Ensino médio completo, seis meses de experiência, vivência com área administrativa.
Salário: a combinar + benefícios
1 vaga
Auxiliar administrativo (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Ensino médio completo, seis meses de experiência, vivência com área administrativa em secretaria.
Salário: a combinar + benefícios
1 vaga
Empacotador (vagas exclusivas par..

Saiba como identificar concursos com pouca chance de convocação

Ser aprovado em um concurso público é o sonho daqueles que buscam uma vaga, mas pode se tornar um pesadelo caso a aprovação ocorra, mas a convocação, não. Problema que pode ocorrer devido a perda de validade do edital, até a realização de seleções criadas apenas para arrecadar recursos.
De acordo com o Lucas de Paula, advogado especialista em Direito Público e sócio do escritório Roberti e da Matta, muitos órgãos utilizam-se dos concursos para arrecadar os valores das inscrições, e acabam não convocando ninguém. Geralmente isso ocorre nos dois últimos anos de mandato de prefeitos, governadores e presidente.
“O concurso público, em geral, tem duração de dois anos após a homologação, prorrogáveis por mais dois. Ou seja, o período máximo de duração do concurso até a convocação é de quatro anos, passado esse tempo, o aprovado não poderá mais assumir o cargo, a menos que seja provada alguma inconsistência na não convocação”, explica Lucas de Paula.
Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF),..