Chez Bernard chega aos 59 anos respeitando a tradição francesa e inovando seu cardápio

Garantir-se no topo dos melhores da cidade ao longo de quase seis décadas, atravessar as instabilidades econômicas deste país que deixou tantos negócios para trás, sobreviver bem num mercado que explodiu nas últimas décadas com a abertura de novos empreendimentos e o avanço da gastronomia, passar por várias gestões e troca de chefs sem perder a clientela…Só isso já seriam motivos suficientes para celebrarmos o Chez Bernard, restaurante que segue a cartilha da culinária francesa e que acaba de completar 59 anos. Mas a casa, hoje comandada pelo casal Verônica e Ademar Lemos Passos, não perdeu o foco na qualidade de sua cozinha, no cuidado com a escolha dos bons insumos, no atendimento impecável da equipe liderada pelo experiente e simpático maître Felix Lima, e o principal, numa comida que beira a perfeição, misturando no cardápio os clássicos da gastronomia francesa com novas criações da cozinha contemporânea.
Sela de cordeiro ao molho cabernet com duquesas de mandioquinha
Não à..

Bargaço festeja cinco décadas com a abertura de novo restaurante no Horto Florestal

O Bargaço, fundado pelo saudoso Leonel Rocha, completou 50 anos e está preparando a abertura de uma nova casa no Horto Florestal. O restaurante, hoje comandado por Ricardo e Patrícia Rocha, filhos mais velhos do criador da marca, passou, ao longo destas cinco décadas, por vários tropeços, como as mortes do proprietário e da principal cozinheira, fechamento de filiais, pandemia e outros perrengues. Mas a casa, que sempre foi sinônimo de boa cozinha, se manteve firme e fiel ao propósito do seu fundador: o de honrar a comida baiana que tem como base os frutos do mar.
Lagostas ao molho de manteiga O cardápio, que traz novas criações, mantém a mesma qualidade dos pratos tradicionais responsáveis pelo sucesso da casa. Como a tradicional moqueca, cuja receita foi criada por dona Hilda Rocha, de 71 anos, viúva do proprietário. Era ela, que juntamente com o marido, à frente do salão, comandava a cozinha do boteco que seria batizado de Bar do Garçom, mas que acabou virando Bargaço porque o ..

Casal de argentinos inaugura restaurante de cozinha latinoamericana no bairro da Graça

Ele na cozinha, ela no preparo de drinques e atendimento ao salão. Enquanto o primeiro cria os pratos, elabora o menu da semana, comanda o fogão, capricha na apresentação; a segunda circula de mesa em mesa com uma enorme lousa a tiracolo e um belíssimo sorriso no rosto, explicando, passo a passo, a origem, a combinação de ingredientes e todo o processo criativo de cada uma das opções do cardápio do dia. Esta cena se repete há cerca de quatro meses num charmoso casarão da Graça. Lá dentro, o casal de argentinos Gonzalo Rojas e Irene Lapuente, sozinho, sem ajuda de mais ninguém, conduz o comensal a uma viagem fantástica pela América Latina através da gastronomia.
Tapioca com maionese defumada e citrica, mexilhões e molho chalaca
A cozinha de um homem só não tem limites nem regras, mas segue as técnicas, explora a riqueza dos ingredientes dos Andes, flerta com a culinária do México e valoriza os produtos brasileiros, unindo todos, ou não, equilibrando sabores e texturas e dando ban..

Bolos de milho, carimã, aipim e tapioca: veja receitas do quarteto fantástico junino

A boa mesa junina precisa ter licor, canjica e amendoim. Mas, não podem faltar de jeito nenhum aqueles bolos tradicionais, cujas receitas vêm passando de geração em geração. Milho, carimã, aipim e tapioca. O quarteto fantástico ainda se mantém campeão no cardápio das festas de Santo Antônio, São João e Sâo Pedro na Bahia.
Há quem prefira as receitas mais ancestrais, com muita (muita mesmo) manteiga, leite de coco natural e ingredientes ralados na mão grande ou tratados de um modo mais artesanal. Em outras cozinhas, o preparo foi sendo simplificado, com uso dos processadores para adiantar o lado e poupar o braço das cozinheiras.
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O afeto, porém, que os bolinhos despertam nos corações dos baianos continua o mesmo. Pesquisamos receitas mais ou menos tradicionais para você experimentar em sua cozinha e incrementar o cardápio. Não só o junino, mas também o do dia a dia, porque um bolinho bem feito com café é o q..

Pequena confeitaria no Rio Vermelho oferece grandezas em forma de doces e salgados

O tamanho da área que abriga a Confeitaria Faustino, na Rua Macaúbas, no Rio Vermelho, é inversamente proporcional à grandeza do talento do seu criador, o chef patissier Victor Faustino, um jovem grapiúna de apenas 26 anos que se apaixonou pela cozinha de confeiteiro ainda menino lá em Itabuna, no sul da Bahia.
(Divulgação)
Red Velvet
Desde que abriu as portas da sua doceria, ainda no auge da pandemia, a pequena casa vem atraindo moradores do bairro que logo cairam de amores por suas doçuras. Bonito de ver o público, do bairro e de outros cantos da cidade, entrando e saindo do lugar ou disputando uma das poucas mesas instaladas na calçada sob a sombra das árvores.
O cardápio físico ainda não existe, mas todas as delicadezas preparadas por ele na pequena cozinha que fica separada da área comercial por uma janela de vidro estão expostas no balcão envidraçado de atendimento. Dá pra comer lá ou levar pra casa.
(Divulgação)
Torta sequilho com brigadeiro e flor de sal E são mu..