Exame de Rodrigo Mussi não aponta alteração neurológica; médicos devem extubar ex-BBB

O irmão de Rodrigo Mussi, Diogo, atualizou o estado de saúde do ex-BBB no final da tarde desta quinta-feira (7) após a cirurgia na perna que, segundo a família, "foi um sucesso". Ele segue internado na UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Segundo Diogo Mussi, após passar por um novo procedimento na perna, Rodrigo teve alterações nas pupilas. Ele passou por uma tomografia que não apontou nenhum problema neurológico. Diogo também falou da recuperação do irmão os próximos passos no tratamento do ex-brother. "A ressonância ficou pra amanhã e, depois de realizada, deve iniciar o processo de extubação, com muito cuidado. Não há mais alteração pupilar", escreveu o irmão no seu perfil do Instagram.

O ex-participante do Big Brother Brasil 22 sofreu um grave acidente de carro no dia 31 de março, e teve que passar por algumas cirurgias desde então.

Acidente
A Polícia Civil já ouviu os policiais e socorristas que participaram do atendimento após o acidente de Rodrigo. O motorista de aplicativo que dirigia o carro em que o ex-BBB estava e o motorista do caminhão envolvidos no acidente também já prestaram depoimento.

Agora, a polícia espera resultados de laudos e exames solicitados para encerrar o inquérito que investiga o caso. “Sabemos que houve um acidente, o sujeito que causou o acidente informa que teve um momento de apagão, de dormir ou desmaiar, e tudo isso está sendo juntado", explicou ao G1 o delegado Júlio Cesar dos Santos Geraldo.

O motorista de app Kaique Reis, que admitiu ter cochilado, pode ser indiciado. Em novo depoimento, o motorista afirmou que a corrida de Rodrigo começou às 3h15, e não 1h30, como o havia informado inicialmente. Também explicou que ficou com o celular de Rodrigo após encontrar o aparelho ao voltar ao local do acidente para buscar seus pertences. Ele disse que pegou o telefone justamente para tentar contato com os familiares e que atendeu quando um conhecido do ex-brother ligou, combinando a devolução do aparelho.

Apesar de confirmar que cochilou ao volante na hora do acidente, batendo o carro contra um caminhão, o motorista negou que estivesse trabalhando há muitas horas. Ele pode responder por lesão corporal culposa na direção de veículo automotor – quando não há intenção de causar o acidente.

Correio 24hs

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