Carnaval Negro é tema de roda de conversa na Casa do Benin

Alberto Pitta é um dos convidados da roda de conversa

O que vem à sua mente quando você pensa em carnaval negro? Muito provavelmente, palavras q ver com ancestralidade e pertencimento passem por sua mente. Esse será o tema da roda de conversa que abre os trabalhos da série 'Patrimônio É…' na próxima terça-feira (31), na Casa do Benin, a partir das 16h. O evento terá transmissão pelo canal de YouTube da Fundação Gregório de Matos.

Nomes importantes da produção cultural e carnavalesca baiana estarão presentes na roda de conversa. É o caso de Ives Quaglia, um dos organizadores das festas populares de Itapuã como a Lavagem, o próprio carnaval e a festa da Baleia.

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Bailarino, ator, performer, instrutor de técnicas artistas, professor, coreógrafo dos alunos da Escola de Olodum e o eterno moço lindo do Badauê dos versos de Caetano, Negrizu será outro a participar da roda que também conta com a jornalista e gestora do Bloco Alvorada, Camilla França.

A roda de conversa, por fim, ainda conta com o artista plástico e diretor do Cortejo Afro, Alberto Pitta.

Para Vagner Rocha, gerente de Patrimônio Cultural da FGM, a retomada do 'Patrimônio É…' com formato reformulado mostra como tradição e modernidade, passado e presente estão em constante diálogo.

"Queremos que o público perceba que Patrimônio não é algo velho, chato e enfadonho, muito pelo contrário: é história, memória e identidade cultural, e nos ajuda a entender como chegamos até aqui", afirmou Rocha.

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O gestor ainda garantiu que, ao longo do ano, o evento vai abordar temas que classificou como 'bastante interessantes' e, "de forma presencial ou online, contamos com a participação do público para que conheça, reflita e se aproprie cada vez mais dos bens culturais da nossa cidade", pontuou.

As rodas de conversas 'Patrimônio É…' integram as ações de educação patrimonial do Programa Salvador Memória Viva, executado pela Gerência de Patrimônio Cultural, da Diretoria de Patrimônio e Humanidades da FGM.

Até 2019, os encontros eram presenciais, no Espaço Cultural da Barroquinha, com transmissão ao vivo, pelo Facebook da FGM. Durante a pandemia, em 2020 e 2021, passaram a acontecer em plataforma virtual, por meio do canal do Youtube da Fundação e, a temporada 2022 tem início com formato híbrido e itinerante, cada mês, num bairro da cidade e sempre transmitidos pelo Youtube.

Correio 24hs

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