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Caetano Veloso afirmou que o maior problema do Brasil é a desigualdade econômica e que a interação de criança com artista nu no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo não é pedofilia. O cantor esteve no programa “Altas Horas”, da TV Globo, exibido na noite do último sábado (11/11).

“O maior problema do Brasil é a desigualdade. É disso que eles querem fazer a gente se esquecer, criando essas cortinas de fumaça, mas nós não nos esqueceremos. Havemos de vencer a desigualdade. E é isso que nós temos que ter coragem de mudar, não ficar discutindo se um rapaz nu deitado e uma menina que foi levada pela mãe, pegada pelo tornozelo, é pedofilia, é claro que não é pedofilia”, disse o compositor, depois de uma pergunta de Serginho Groisman sobre a censura e os limites da arte.

Caetano Veloso se apresentou com seus filhos Moreno, Zeca e Tom durante o programa, que contou com a participação da atriz Letícia Colin e o historiador e colunista do Estadão Leandro Karnal. Caetano também falou sobre o ódio na internet e sua relação com as redes sociais. Seu filho Moreno Veloso confessou que o pai não tem celular.

“Há redes sociais em meu nome e posto coisas lá às vezes e me responsabilizo por tudo, até pelos erros de português que tenho que consertar quando me dizem. Mas não fico olhando a internet, vendo rede social. Eu, pessoalmente, com frequência, não”, disse Caetano.

Informe Baiano

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Pelo segundo mês consecutivo, a indústria de transformação paulista contratou mais do que demitiu em outubro, elevando em 0,11% o nível de emprego. Foram abertos 2,5 mil postos de trabalho, no maior saldo já registrado pelo setor, em um mês de outubro, desde 2010, quando a taxa havia indicado crescimento de 0,02%, com 500 novas vagas.

De janeiro a outubro, houve aumento de 0,42% com um saldo positivo de 9 mil empregos, segundo os dados da pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp).

Em nota, o diretor titular do Depecon, Paulo Francini, disse que a indústria vive um momento de retomada das atividades.“Apesar de ainda estar em baixa intensidade, essa recuperação é persistente”, apontou.

Dos 22 setores pesquisados, oito ampliaram as contratações, três mantiveram o mesmo quadro de pessoal e 11 efetuaram cortes. Entre as empresas em expansão estão a indústria de máquinas e equipamentos, com a oferta de 2 mil empregos, e o segmento de confecção de artigos do vestuário e acessórios, que abriu 969 vagas. Já entre os setores que mais enxugaram pessoal estão os de couro e calçados (-778) e produtos têxteis (-492).

O levantamento mostra que as maiores chances de um emprego foram criadas na região da Grande São Paulo, com alta de 0,33%. No interior, a situação foi quase estável na média com variação de 0,03%. Do total de 36 regionais pesquisadas, 16 aumentaram o número de empregos.

Agência Brasil

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Aprovada comercialmente nos Estados Unidos no final de agosto, a terapia genética para tratamento de câncer deve chegar ao Brasil em 2018.

A estratégia consiste em editar geneticamente as células humanas de defesa para que elas “aprendam” a combater a doença.

Segundo o jornal O Globo, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, anunciou que no próximo ano fará os primeiros tratamentos experimentais.

Já há uma estrutura específica na unidade e pesquisadores em treinamento nos EUA. No Brasil, o investimento para o pontapé inicial está avaliado em US$ 7 milhões (mais de R$ 22 milhões).

“É uma estimativa genérica porque, mais importante que a infraestrutura, vão ser os investimentos em pesquisa”, afirmou o diretor do Centro de Oncologia do Einstein, Wilson Pedreira.

Para os pacientes, o custo em outros países gira em torno de US$ 300 mil (cerca de R$ 945 mil). A princípio, o Einstein terá a terapia TIL, indicada para melanoma.

Posteriormente, devem ser implantados protocolos de CART-CELL, que tem apresentado bons resultados em leucemias. Pesquisas sobre terapias similares são realizadas no Instituto Nacional do Câncer (Inca) desde 1990, mas a barreira da falta de financiamento impede avanços.

De acordo com Martin Bonamino, do Inca, os custos da terapia parecem altos, mas não são muito diferentes do que é encontrado atualmente entre os tratamentos mais modernos contra câncer.

Bahia Notícias

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Oportunidades são para todo o estado de São Paulo. Entre os cargos estão atendente de lanchonete e vendedor.

O programa Emprega São Paulo/Mais Emprego, agência de empregos pública e gratuita gerenciada pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), está com 6.430 vagas de emprego abertas em todo o estado de São Paulo.

Entre os cargos com mais oportunidades estão atendente de lanchonete, operador de telemarketing receptivo, auxiliar de limpeza, operador de linha de produção e vendedor.

No programa Aprendiz Paulista são 21 vagas para alunos dos cursos técnicos do Centro Paula Souza (Etecs).

Os interessados podem se inscrever pelo site www.empregasaopaulo.sp.gov.br. É necessário criar login, senha e informar os dados solicitados.

Os candidatos também podem ir pessoalmente a um posto de atendimento ao trabalhador (PAT) com RG, CPF, PIS e carteira de trabalho.

Desde a implantação do Emprega São Paulo, em agosto de 2008, o programa recolocou no mercado de trabalho mais de 700 mil trabalhadores. O sistema conta com um banco de 3,5 milhões de currículos cadastrados.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse hoje (28), em São Paulo, que haverá quórum suficiente para votar, na próxima quarta-feira (2), a denúncia contra o presidente da República Michel Temer. Segundo ele, a votação na quarta-feira é a “melhor solução” para o país. A estimativa dele é que mais de 480 deputados estejam presentes na votação.
“Na minha opinião, haverá quórum. O Brasil precisa de uma definição para esse assunto. Não se pode, do meu ponto de vista, jogar com um assunto tão grave, tão sério, como uma denúncia oferecida pela PGR [Procuradoria-Geral da República] contra o presidente da República. Nosso papel é votar. Quem quiser, vota sim, quem quiser, vota não. Mas não votar é manter o país parado no momento em que o Brasil vive uma recuperação econômica, mas ainda com muitas dificuldades”, disse ele.
Maia falou com a imprensa após almoçar com o prefeito em exercício de São Paulo, Milton Leite, na sede da prefeitura, no centro da capital. João Doria está em viagem à China, em busca de parcerias para a cidade. “Acho muito grave que a Câmara não tome uma decisão. Que seja para aprovar ou não [a denúncia]. Isso é uma decisão de cada deputado. O que a gente não pode é deixar o paciente em centro cirúrgico, com a barriga aberta”, acrescentou o presidente da Casa. Maia disse ainda que um possivel adiamento paralisaria a pauta do Congresso Nacional. “A melhor solução para o Brasil é que a denúncia seja votada na quarta”, completou.
Reformas e meta fiscal
Maia afirmou ainda que o Congresso pretende retomar as votações das reformas assim que for encerrada a votação da denúncia contra Temer. “Tenho muita esperança e vou trabalhar fortemente para que a gente possa votar a reforma da Previdência porque entendo que o Brasil tem problemas graves a médio e longo prazo, problemas estruturais que precisam ser resolvidos. É vendida como uma reforma que vai tirar direitos dos mais pobres, mas é exatamente o contrário. O déficit da Previdência é que tira direitos dos mais pobres e privilegia poucos”, disse. Outra votação que ele destacou como importante é a reforma para simplificar o sistema tributário.
Apesar de ter reafirmado seu apoio à política econômica do governo federal, Maia criticou a possibilidade de revisão da meta fiscal já estabelecida pelo governo. Ele defende que a meta “fique onde está”. “Não devemos, nem podemos, sem motivo, mexer na meta fiscal que foi apresentada no início do ano. Temos um rombo fiscal gravíssimo no Brasil e precisamos votar a denúncia [contra Temer] para que possamos voltar ao tema das reformas, porque com elas vamos conseguir superar esse déficit fiscal”.
Reivindicações
O prefeito em exercício de São Paulo, Milton Leite, entregou a Maia uma lista de reivindicações da cidade para o governo federal. “Obviamente, temos pleitos junto ao governo federal para os programas dos mananciais e do Minha Casa Minha Vida. O presidente [da Câmara] Rodrigo Maia está levando, em mãos, um documento nosso solicitando a liberação dos recursos bloqueados pelo governo federal”, disse ele.
Segundo Maia, no almoço eles também conversaram sobre a questão fiscal. “Há uma preocupação grande da prefeitura de São Paulo com o aumento dos combustíveis, principalmente do diesel. E nós vamos discutir esse tema”, falou o deputado.  Além de Maia e de Milton Leite, participaram do almoço vereadores, deputados estaduais e federais, prefeitos e secretários.

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Um crime chocou os moradores de São Paulo, na última terça. A mãe da menina, Geniane de Freitas Lopes, de 25 anos, moradora de Itaóca, no interior de São Paulo está em choque pelo assassinato brutal da da filha de apenas três meses, provocado pelo próprio pai da criança. Ela teve a menina sequestrada e morta pelo ex-marido na última terça-feira (6), que agora está preso. De acordo com o G1 São Paulo, o pai estava revoltado com a separação do casal, que estava junto há dois anos. Depois da separação, Geniane conseguiu uma medida protetiva contra o ex-marido, que resolveu se vingar. Ele confessou o crime e levou os policiais ao local onde estava enterrada a criança.
De acordo com a polícia, ele deixou a garota de bruços em uma poça d’água em uma cachoeira enquanto cavava uma cova para a criança. Quando se deu conta que a menina estava morta, ele a tirou ela da poça e a enterrou.
Geniane disse em entrevista ao G1 SP que o ex-marido era carinhoso com a menina. No entanto, era violento com a esposa. De acordo com ela, o motivo da separação e do pedido de medida protetiva aconteceu por conta das constantes agressões dele contra ela, o que a fez prestar queixa de violência doméstica.
O rapaz, que está preso, deve responder pelos crimes de homicídio qualificado e hediondo, além de ocultação de cadáver e subtração de incapazes. Ele pode pegar até 20 anos de reclusão.
G1

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Bandeira branca no primeiro encontro judicial envolvendo familiares de jogadores mortos no acidente de 29 de novembro e a Chapecoense. Em série de audiências no início da noite de segunda-feira, na Justiça do Trabalho de Chapecó, as viúvas de Gil, Ananias, Bruno Rangel, Aílton Canela e Gimenez acenaram com a possibilidade de acordo com o clube. As cobranças são de integralização da remuneração do marido, danos morais e lucro cessante, referente à expectativa de vida profissional interrompida pela morte.

Apesar de o processo seguir normalmente na Justiça, os próximos passos apontam para negociação direta da Chapecoense com o quinteto, que é representado pelo escritório Camilo e Martinez, de São Paulo. A viúva de Lucas Gomes também conta com o mesmo advogado e está na fase final coleta de documentação para entrar com a ação nos mesmos moldes. Letícia, viúva de Danilo, também entrou com a ação, mas optou por outro escritório de advocacia.

A expectativa é de que as conversas avancem por mais de dois meses até que novas audiências sejam marcadas. Apesar de todas as famílias apontarem as mesmas cobranças, os casos são tratados de maneira individualizada, mas com parâmetros semelhantes. As negociações com a Chapecoense vão apontar a direção para que o acordo seja selado.

A resolução do processo terá interferência direta nas indenizações a serem pagas daqui para frente. Todo cálculo feito até o momento tem como base o salário previsto na carteira de trabalho dos jogadores, o que é questionado pelos familiares. Essa foi a matemática, por exemplo, dos 40 salários pagos de seguro pela própria Chapecoense (28) e pela CBF (12). A argumentação dos advogados leva em conta a divisão entre CLT e direito de imagem, que impacta diretamente ainda em outros vencimentos dos atletas, como premiação por vitórias e títulos.

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    foto; reprodução

    Recuperá-los, com o plantio de 920 milhões de mudas, poderia custar algo entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2,4 bilhão.

    Na comemoração do Dia Mundial da Água, um alerta: os sete principais mananciais que abastecem a macrometrópole paulista apresentam em mais da metade de sua área (54,93%) um grau de fragilidade ambiental alto ou muito alto, comprometendo sua habilidade de produzir água para a região. Recuperá-los, com o plantio de 920 milhões de mudas, poderia custar algo entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2,4 bilhão.

    Os dados fazem parte de um levantamento feito pelo Labgeo da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), que avaliou as áreas mais críticas, do ponto de vista da gestão hídrica, e quais são as possíveis intervenções para melhorar sua capacidade produção de água, como restauração da vegetação nativa e conservação.

    No conceito de macrometrópole paulista foi considerada quase toda a porção sudeste do Estado, incluindo as regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Vale do Paraíba e litoral norte, além das aglomerações urbanas de Jundiaí, Piracicaba e Sorocaba.

    O grau de fragilidade ambiental foi obtido por meio de um cruzamento de imagens de satélites, que mostram, por exemplo, o grau de cobertura vegetal do entorno, com informações sobre relevo, tipo de solo, geologia e quantidade de chuva que cai nesses locais. “Com isso podemos estimar, por exemplo, o quão suscetíveis esses locais estão a processos erosivos, uma vez que a erosão vai comprometer a quantidade e a qualidade da água”, explica Guilherme Checco, pesquisador do IDS.

    O mais afetado, de acordo com o trabalho, é o sistema PCJ (bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), que atende a região de Campinas e tem 48,19% de sua área com alta fragilidade, em razão de uma ocupação desordenada e da própria vulnerabilidade natural do território, que favorece o transporte de sedimentos para os corpos hídricos. Já o Cantareira, que teve a pior crise hídrica da sua história há dois anos, tem 21,6% de sua área total nessas condições.

    Além do diagnóstico, o trabalho do IDS também aponta soluções. Foi mapeado o que existe de vegetação que poderia ser conservada a fim de manter a produção de água, e áreas que foram irregularmente desmatadas e poderiam ser restauradas para aumentar a capacidade dos mananciais. Pelo cálculo, nas sete áreas avaliadas há um potencial de restauração de 575 mil hectares (ha), ou 24% do total, além da proteção de outros 645 mil ha (27%). O custo disso, afirmam, seria entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2,4 bilhões.

    Mais estudos

    Outro trabalho, divulgado nesta quarta-feira, 22, pelo Greenpeace sobre o Cantareira, traz um cenário ainda mais preocupante. Segundo o estudo, feito também com imagens de satélite e dados do Cadastro Ambiental Rural (em escala mais detalhada que a do IDS), 69,4% de toda a paisagem do sistema já foi alterada e 73% das áreas de proteção permanente (APPs, porção de terrenos particulares no entorno de rios que têm de ser preservadas) se encontram ocupadas, sobretudo por pastagens e plantios de eucalipto. Da vegetação natural, restam apenas 15%.

    Já um outro estudo, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), aponta que, se a população da macrometrópole atingir 50 milhões nos próximos 30 anos, os investimentos para a correção dos passivos ambientais na região metropolitana ficarão elevados demais. Com informações do Estadão Conteúdo. Minuto ao Minuto

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    Modelo e atriz marcou presença em lançamento de coleção inverno de uma marca de roupas em São Paulo nesta quinta-feira, 2.

    Yasmin Brunet exibiu sua barriga chapada e mostrou toda sua sensualidade durante um evento em São Paulo na noite desta quinta-feira, 2. A modelo e atriz marcou presença no lançamento da coleção Inverno 2017 da marca de roupas femininas Rosa Chá e optou por usar um top preto, que deixou sua barriga à mostra, saia estampada e uma gargantilha estilosa. Mais cedo, ela tietou os cachorros de Nicole Bahls durante uma campanha de canil.

    Yasmin Brunet 
    Yasmin Brunet (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)
    Yasmin Brunet (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)
    Yasmin Brunet (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)
    Yasmin Brunet (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)EGO

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      O presidente Michel Temer chegou por volta das 22h30 ao hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para prestar solidariedade à família da ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, que teve morte cerebral confirmada nesta quinta-feira (2). No encontro com o ex-presidente Lula, Temer estava acompanhado de políticos do PMDB e do PSDB.

      Segundo o UOL, Temer foram visitar Lula junto com os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Eduardo Braga (PMDB-AM), Edson Lobão (PMDB-MA), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e o senador e ex-presidente da República José Sarney (PMDB-MA).

      Para a chegada do presidente ao hospital, foram colocadas grades de proteção em frente ao Sírio-Libanês. Militantes que estava no local receberam a comitiva de Temer aos gritos de “golpistas”, “vagabundos” e “ladrões”.

      Notícia ao Minuto