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Policia Federal

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Foto: reprodução

Agentes da Polícia Federal se encontram na sede da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Os agentes chegaram por volta das 9h50 desta terça-feira (14), na sede da empresa no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

Em contato com o BNews, a assessoria da PF confirmou a operação, mas afirmou que está aguardando autorização para passar mais detalhes sobre a ação.

A diretoria coorporativa funciona neste prédio da Embasa. Vale lembrar que em setembro a Embasa foi alvo da PF, na Operação Opinião. Na época, o genro do ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Marcelo Nilo, foi alvo dos agentes. O advogado Marcelo Dantas Veiga era lotado na diretoria.

Reduto
A Embasa é presidida por Rogério Cedraz, indicado ao cargo por Marcelo Nilo, que na década de 1970, também presidiu a empresa.

Antes de indicar Cedraz, Nilo havia apresentado outros dois nomes ao governador Rui Costa, mas foram rejeitados pelo petista. A época, Rui Costa disse que queria alguém da área. “Nada contra os outros dois nomes, só que eu queria alguém do ramo, que conhecesse saneamento, que fosse engenheiro ou atividade forte na área da embasa, que tem o maior orçamento do Estado. São quase R$ 3 bilhões”, explicou. Bocão

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    esmo preso desde o dia 6 de junho, o ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB), comandava um esquema de ocultação de bens e fraude de licitações, por meio de assessores e pessoas ligadas a ele, afirmou a Polícia Federal.

    “Depois da deflagração da operação Manus (em junho), nós percebemos que o ex-deputado federal passou a ter duas condutas. A primeira é que ele estava articulando com seus assessores diretos a ocultação de seus bens, ou seja, um crime de lavagem de dinheiro. Percebemos uma segunda conduta, com base também nesses assessores, que era articulação junto a prefeituras do Rio Grande do Norte, no direcionamento de licitações”, afirmou o delegado da PF, Oswaldo Scalezi Júnior, durante coletiva sobre a operação Lavat, deflagrada na manhã desta quinta-feira (26) no RN e em Brasília.

    Na operação, foram presos um funcionário do Ministério do Turismo e dois assessores de Henrique Alves. Ao todo, foram cumpridos 27 mandados, sendo três de prisão, dois de condução coercitiva e o restante de busca e apreensão.

    Mais cedo, ao saber da operação, a defesa do ex-ministro afirmou que não iria se pronunciar antes de conhecer o caso. O G1 ainda aguarda um posicionamento do advogado de Alves.

    Em entrevista coletiva ainda durante a manhã, os investigadores afirmaram que um grupo de pessoas ligadas ao ex-ministro continuava realizando fraudes em licitações de prefeituras do interior do Rio Grande do Norte. Foram cumpridos mandados de busca em cinco municípios potiguares.

    Os contratos envolviam recursos de convênios com o Governo Federal. Somadas, as obras custariam cerca de R$ 5,5 milhões, porém os investigadores ainda não identificaram qual seria o percentual da propina dividida entre os beneficiários e o próprio ministro.

    Em outra frente, as investigações apontam que Henrique Alves estaria ocultado seus bens, por meio da transferência deles para pessoas próximas, ou mesmo em simulações de venda e compra. Para os investigadores, o ex-ministro queria esconder o patrimônio da Justiça.

    A prisão do último dia 6 de junho, porém, teria conseguido reduzir a influência de Alves sobre ministérios, em Brasília. Esse era um dos motivos da prisão, segundo a PF.

    G1

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    Segundo as investigações, o dinheiro pertencia ao ex-ministro Geddel Vieira Lima e Ferraz o auxiliava a escondê-lo

    Logo depois de ter prisão de Gustavo Ferraz decretada pela Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira, 8 de setembro, a prefeitura de Salvador decidiu exonerá-lo do cargo de diretor-geral da Defesa Civil (Codesal).

    A PF encontrou, na última terça-feira, 5, um apartamento no bairro Graça, em Salvador, com malas e caixas com dinheiro, que somavam R$ 51 milhões. Segundo as investigações, o dinheiro pertencia ao ex-ministro Geddel Vieira Lima e Ferraz o auxiliava a escondê-lo. Na quinta-feira, 7, foram encontradas digitais do ex-ministro e de Gustavo Ferraz no apartamento.

    A decisão da 10ª Vara Federal de Brasília aponta indícios de que os “valores vultosos estavam sendo mantidos escondidos no supracitado apartamento por Geddel Quadros Vieira Lima, com o auxílio direto de Gustavo Pedreira do Couto Ferraz”. Ferraz é apontado pela PF como “pessoa ligada a Geddel”.

    Estadão

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    Foto: divulgação/Receita Federal

    Na madrugada desta terça-feira (9), a Polícia Federal apreendeu uma carga de 279,5 kg de cocaína no porto de Salvador.

    A droga, localizada pela alfândega da Receita Federal, seria enviada para o porto de Antuérpia, na Bélgica, e está avaliada em R$ 30 milhões.

    Até o momento ninguém foi preso, mas a Polícia Federal está investigando o caso. Varela

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      A Polícia Federal deflagrou nesta sexta (17) a Operação Carne Fraca, que investiga uma suposta organização criminosa formada por fiscais agropecuários federais e empresas do agronegócio.

      Alguns dos principais frigoríficos do país, como JBS, BRF e Sadia, estão na mira da operação.. A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão.

      Cerca de 1.100 policiais federais cumprem 309 mandados, sendo 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso.

      As ordens judiciais foram expedidas pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba e estão sendo cumpridas em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.

      A investigação revelou até mesmo o uso de carnes podres, maquiadas com ácido ascórbico, por alguns frigoríficos, e a re-embalagem de produtos vencidos.

      Segundo a PF, essa é a maior operação já realizada na história da instituição.Em nota, a PF afirma que detectou em quase dois anos de investigação que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás atuavam para proteger empresas, prejudicado o interesse público.

      O esquema funcionava por meio de agentes públicos que se utilizavam do poder de fiscalização para cobrar propina e, em contrapartida, facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização.Dentre as ilegalidades praticadas pela suposta quadrilha está a remoção de agentes públicos com desvio de finalidade para atender interesses dos grupos empresariais.

      O nome “Carne Fraca” da operação faz alusão à conhecida expressão popular em sintonia com a própria qualidade dos alimentos fornecidos ao consumidor por grandes grupos corporativos do ramo alimentício.

      A expressão popular também mostra “a fragilidade moral de agentes públicos federais que deveriam zelar e fiscalizar a qualidade dos alimentos fornecidos a sociedade”, segundo a PF.

      Segundo a PF, o objetivo é desarticular uma organização criminosa liderada por fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, que, com o pagamento de propina, facilitavam a produção de produtos adulterados, emitindo certificados sanitários sem fiscalização.

       Folhapress.

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      O ex-prefeito de Dolcinópolis, em São Paulo, José Luiz Reis Inácio de Azevedo (PSDB), foi preso nesta terça-feira, 21, em Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia. A prisão faz parte da Operação Catatau da Polícia Federal (PF), que também prendeu um suspeito de ser “laranja” do ex-prefeito.

      A ação investiga supostos desvios de recursos públicos durante a gestão do tucano. A PF estima que foram realizados pagamentos suspeitos de milhões de reais. Os valores foram repassados para servidores, ligados a José Luiz, e fornecedores do município. São investigados contratos de consultorias, compras, serviços, convênios e obras.

      O ex-prefeito se mudou com a família e uma empregada para Porto Seguro após terminar o mandato em 2016. Ele abriu duas empresas no interior baiano.

      O outro preso aparece como sócio em construtoras e empresas de consultoria, com capital social superior a R$ 1 milhão. Os negócios prestavam serviços para o município de Dolcinópolis.

      A ex-tesoureira da prefeitura também foi alvo da ação. Ela foi conduzida para depor. Policiais também fizeram buscas na casa do cunhado e da irmã do ex-prefeito. Os dois ainda foram conduzidos para depor.

      Contadores, empresários e prestadores de serviços também estão entre os alvos da operação.

      O ex-prefeito será levado para São José do Rio Preto, de onde seguirá para Jales, ambos em São Paulo.

      A Tarde

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      Um grupo criminoso acusado de fazer parte da rede internacional de tráfico de seres humanos e favorecimento à prostituição foi desmontado pela Polícia Federal nesta semana. Eles agiam desde 2010 e levou para a Europa mais de 150 mulheres nesse período, segundo as investigação. As informações foram divulgadas pelo Fantástico.
      Durante a operação foram presas 15 pessoas em Fortaleza, Itália e Eslovênia na quarta-feira (15). Os mandados de prisão foram expedidos pela 32ª Vara da Justiça Federal no Ceará. Na Operação Marguerita, a PF teve a parceria das polícias da Itália, da Eslovênia e também da Interpol.
      Se condenados, os envolvidos com a quadrilha podem pegar 25 anos pelos crimes de tráfico internacional de pessoas, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
      A ação começou ainda de madrugada. Em um condomínio da Avenida Beira-Mar, em Fortaleza, a Polícia Federal prendeu os eslovenos Vito Camerník e Tíne Mótoh, suspeitos de fazer parte da rede que explorava brasileiras na Itália e na Eslovênia. Três italianos – Marco Paolo Villa, Flávio Frúgis e Pasquale Ferrante – também foram presos.
      Brasileiros que trabalhavam para a quadrilha também foram presos na Itália e na Eslovênia.  Com a ajuda da Interpol e dos adidos da Polícia Federal na Embaixada em Roma, a polícia italiana prendeu três brasileiras acusadas de fazer parte da quadrilha: a dançarina baiana, Carla Sueli Silva Freitas, conhecida como Carla Minhoca, Dayana Paula Ribeiro da Silva – conhecida como Paloma, e Emanuella Andrade Bernardo. Carla, Dayana e Emanuella ainda não foram extraditadas ao Brasil.
      Cada programa custava 200 euros (cerca de R$ 620) e a quadrilha ficava com metade desse dinheiro. Explorando 20 brasileiras, eles podiam ganhar 10 mil euros por dia (cerca de R$ 65 mil).
      Para a polícia, esse dinheiro é, na verdade, uma ilusão. “O canto da sereia é que muitas já estavam se prostituindo aqui, então decidiam se prostituir lá porque iam ganhar em euro. Chega lá a realidade é diferente, porque ela tem que cumprir com o que eles determinam, de se submeter a diversas relações sexuais mesmo doente ou cansada. Todos os dias”, explica a delegada da PF Juliana Pacheco.
      A investigação descobriu ainda remessas de dinheiro movimentado pela quadrilha entre a Eslovênia, a Itália e o Brasil. Em um único dia, por exemplo, a quadrilha recebeu em uma conta bancária em Fortaleza R$ 1 milhão.
      O esquema utilizava várias agências de turismo. Uma delas, do italiano Marco Paolo Villa, um dos presos na operação. Segundo a polícia, a agência financiava as passagens das brasileiras que, depois, tinham de reembolsar o valor – se prostituindo.
      “Ela às vezes vai consciente de que vai ser explorada sexualmente, mas não de vai ter a liberdade cerceada. Porque quando chega no local de destino os documentos são apreendidos, e ela já chega com uma dívida enorme, de tudo que foi contraído aqui”, explica Alessandra Xavier Nunes, que integra o Ministério da Justiça.
      As brasileiras voavam em aviões de empresas aéreas italiana que fazem voos fretados entre Fortaleza e Milão, na Itália. De lá, viajavam 400 quilômetros de trem até Gorítza, cidade italiana que fica na fronteira da Itália com a Eslovênia. Era na cidade eslovena de Nova Gorítza que elas se prostituíam.
      As brasileiras viviam na cidade italiana e usavam um hotel em Nova Gorítza, na Eslovênia, para se prostituir. O principal ponto era a boate eslovena ‘Marguerita’, que deu nome à operação da Polícia Federal.  Na internet, a boate é apresentada como “um ótimo lugar pra relaxar e se divertir. A atmosfera prazerosa é complementada por banho turco, hidromassagem e uma surpresa quente”. O site do estabelecimento diz que o horário de funcionamento é de 14h até 2h ou 4h, dependendo do dia.
      A Polícia Federal diz que, na verdade, as brasileiras trabalhavam em dois turnos e também em uma segunda boate, a Faraon na mesma cidade eslovena. “Elas tinham que fazer no mínimo seis relações sexuais por dia. No horário lá de 7 da noite às 3 da manhã. Terminava lá na boate Marguerita,  elas iam para a outra boate, Faraon, e lá também teriam que manter outras relações sexuais”, afirma a delegada.  A Polícia não divulgou a identidade dos donos das duas boates.
      Um advogado que se apresentou em Fortaleza como amigo das brasileiras presas disse aos repórter Eduardo Faustini que elas não se manifestariam sobre o assunto. Todos os estrangeiros mencionados nessa reportagem foram contatados. O advogado do italiano Flávio Frúgis negas as acusações e diz que ele é apenas funcionários de uma empresa que vende passagens aéreas em Fortaleza.
      Também em nota, o advogado de Tíne Mótoh diz que toas as mulheres que foram para a Eslovênia foram por vontade própria, sabendo que iriam se prostituir e que Tíne não facilitou e nem colaborou em nada para que eventuais investigações sejam dirigidas contra ele. Já o advogado de Marco Paolo Villa não se manifestou.
      Bocão News

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        A Polícia Federal cumpre nesta quinta-feira (16) mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em investigação ligada à Lava Jato contra Marcio Lobão, filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), e o ex-senador Luiz Otávio Campos (PMDB-PA), disse uma fonte com conhecimento da operação.

        Campos é aliado do senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e ocupou cargos de destaque no atual governo do presidente Michel Temer e na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff.

        Em nota divulgada mais cedo, a PF informou que a operação, batizada de Leviatã e autorizada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, apura o pagamento de propinas a dois partidos políticos nas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

        A Polícia Federal não informou os nomes dos alvos da operação, pois o caso tramita em segredo de Justiça.

        Os mandados estão sendo executados no Rio de Janeiro, Belém e Brasília nas residências e nos escritórios de trabalho dos investigados, disse a PF.

        Edson Lobão foi recentemente eleito presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. O colegiado é responsável por sabatinar indicados ao STF, caso do ministro licenciado da Justiça Alexandre de Moraes, e os nomeados para chefiar a Procuradoria-Geral da República, responsável por pedir aberturas de inquéritos e oferecer denúncias contra parlamentares.

        “Entre os alvos da operação de hoje estão os principais envolvidos no esquema de repasse de valores aos agentes políticos, que seriam o filho de um senador da República e um ex-senador ligado ao mesmo grupo político”, disse a Polícia Federal.

        “Os investigados, na medida de suas participações, poderão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.”

        Como relator da Lava Jato no Supremo, cabe a Fachin autorizar operações contra parlamentares e ministros, que têm prerrogativa de foro junto ao STF.

        Ex-senador

        Conforme registros do Diário Oficial da União, Luiz Otávio Campos era secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, o segundo cargo mais importante na hierarquia da pasta, em parte da interinidade de Temer à frente do Palácio do Planalto.

        O ex-senador foi exonerado do cargo em decreto assinado pelo presidente e pelo filho de Jader, o ministro Helder Barbalho, em portaria publicada no dia 23 de junho no Diário Oficial.

        No mesmo dia, outra publicação no DO assinada pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o nomeou para exercer o cargo de assessor especial do Ministério dos Transportes.

        Luiz Otávio foi exonerado deste último cargo no dia 6 de janeiro deste ano.

        O ex-senador também já ocupou cargos de relevo na administração petista. Ele já ocupou a secretaria-executiva da extinta Secretaria Especial de Portos no governo Dilma, comandada por Helder Barbalho.

        Pouco antes do afastamento temporário de Dilma do Planalto, a petista enviou ao Senado uma mensagem para nomear Luiz Otávio diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Temer, contudo, retirou a indicação dele ao cargo no início de junho passado.

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        Até então, Cabral já é réu por um crime de evasão de divisas, dois de lavagem de dinheiro e dois de corrupção.

        O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi denunciado pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ), à 7ª Vara Federal, por nada menos do que 184 crimes de lavagem de dinheiro.

        Todos os casos são resultado de investigações da Operação Eficiência, um desdobramento da Lava Jato.

        Preso em Bangu, o ex governador virou réu no último dia 10 na mesma operação: um crime de evasão de divisas, dois de lavagem de dinheiro e dois de corrupção.

        Se o juiz Bretas aceitar a denúncia desta terça, Sérgio Cabral se tornará réu pela terceira vez. O ex-governador já responde a processo na 7ª Vara Federal do Rio e na Décima Terceira Vara Federal de Curitiba com o juiz Sérgio Moro.

        Cabral é denunciado por 184 crimes de lavagem de dinheiro

        Semana passada, os procuradores da Lava jato no Rio denunciaram o ex-governador Cabral, o empresário Eike Batista e mais sete pessoas por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

        As denúncias de lavagem de dinheiro, há uma semana, estão focadas em dois pagamentos feitos por Eike ao grupo: um de US$ 16,5 milhões de propinas ao ex-governador Cabral e um depósito de R$ 1 milhão à conta do escritório de advocacia da ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo.

        Fonte: G1.Globo.com

         

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        Rodrigo Maia e César Maia Apontados Pela Polícia Federal por Crimes de Corrupção e Lavagem de Dinheiro.

        PF diz que Rodrigo Maia pegou R$ 1 milhão em propina da OAS para financiar campanha do pai para o Senado Federal.

        Inquérito no âmbito da Operação Lava Jato atribui corrupção passiva e lavagem de dinheiro ao presidente da Câmara, que teria recebido valores em 2014 em troca da defesa de interesses da empreiteira no Congresso, segundo informou o ‘Jornal Nacional’ da TV GLOBO e pelo Estado.

        A investigação da PF teve origem em mensagens de celular entre Maia e o empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS.

        Pai e Filho na Lava Jato Rodrigo Maia e César Maia

        Os investigadores suspeitam que a estratégia foi usada para ocultar a origem da propina da empreiteira.
        A PF sustenta que há ‘fortes indícios de corrupção passiva e lavagem de dinheiro’ por parte de Maia.

        Fonte: Política Estadão.