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    Foto: reprodução

    Uma operação contra desvio de dinheiro na Caixa foi deflagrada, na manhã desta terça-feira (14), pela Polícia Federal (PF). Desde o início do dia, 50 agentes cumprem 11 mandados de busca e apreensão. A estimativa é a de que R$ 400 milhões tenham sido retirados do banco com apoio de servidores. Ainda segundo a PF, as fraudes ocorriam via contratos da área de tecnologia.

    Os envolvidos, que ainda não tiveram os nomes divulgados, devem responder por corrupção ativa e passiva e organização criminosa. A ação recebeu o nome de Backbone — expressão que se refere a espinha dorsal de um sistema de rede de computadores. Metro1

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    Funcionário carrega pedaços de carne em açougue de São Paulo REUTERS/Nacho Doce

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou nesta segunda-feira (27) a interdição de mais duas unidades frigoríficas alvos da Operação Carne Fraca, os laticínios SSPMA, em Sapopemba, Souza Ramos, em Colombo, e Transmeat, em Balsa Nova, todos no Paraná.

    Os três frigoríficos estão entre os 21 investigados na operação da Polícia Federal, deflagrada no dia 17 de março para apurar suspeitas de irregularidades na produção de carne processada e derivados, bem como na fiscalização do setor.

    Outras três unidades já haviam sido interditadas pelo ministério no dia 17. As unidades da Peccin Agro Industrial em Curitiba (PR) e Jaraguá do Sul (SC), onde são produzidos embutidos (mortadela e salsicha), e da BRF (dona das marcas Sadia e Perdigão, entre outras), em Mineiros (GO), onde é feito o abate de frangos.

    O ministério não especificou os motivos das novas interdições. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, concederá entrevista coletiva nesta tarde para apresentar um balanço da operação.

    No sábado, China, Egito e Chile anunciaram a reabertura de seus mercados para a importação de carne brasileira, movimentos que foram comemorados pelo governo brasileiro, que se mobilizou nos últimos dias para tentar diminuir o dano às exportações após o escândalo de propina envolvendo a fiscalização dos produtos no Brasil. R7

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    O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), deu encaminhamento a uma ordem para que a Polícia Federal interrogue os senadores Romero Jucá (PMDB-RO) e Renan Calheiros (PMDB-AL), bem como o ex-presidente José Sarney e o ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobras) Sérgio Machado. As informações são da Agência Brasil.

    Os quatro são alvos de inquérito no STF, aberto em fevereiro, no qual são acusados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de tentarem barrar ou atrapalhar as investigações da operação Lava Jato.

    Os interrogatórios já haviam sido autorizados por Fachin em fevereiro, mas, em despacho datado da última segunda-feira (20), o ministro enviou os autos à PF para que dê prosseguimento à determinação.

    Fachin ordenou ainda que seja colhido, nas companhias aéreas, o registro de todas as passagens aéreas emitidas e utilizadas por Sérgio Machado no período entre 1º de dezembro de 2015 e 20 de maio de 2016.

    ADVOGADO

    O ministro deixou indefinido, entretanto, o cumprimento de uma terceira medida que havia autorizado em fevereiro, a pedido da PGR: que fosse apurado no STF todos os registros de acesso do advogado Eduardo Antônio Lucho Ferrão às dependências da Corte, em Brasília.

    Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Ferrão foi o interlocutor incumbido por Sarney e Renan de tentar influenciar o ministro Teori Zavascki, então relator da Lava Jato no STF, a limitar o alcance da operação.

    A indefinição ocorre devido a um pedido feito pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para que Fachin reconsidere a providência. A entidade argumentou que a diligência solicitada pela PGR viola as prerrogativas constitucionais da advocacia.

    Para a OAB, é irrelevante para a investigação quantas visitas ou audiências foram feitas pelo advogado no STF. “Se o fez, e quantas vezes o fez, estava no desempenho de seu exercício profissional, cuja lei de regência assegura seu livre ingresso e permanência em qualquer órgão publico”, diz o texto da entidade. Sobre esse ponto, Fachin escreveu em seu despacho que ainda irá se manifestar.

    ENTENDA O CASO

    Aberto em fevereiro, o inquérito contra os políticos e o ex-presidente da Transpetro teve como base o acordo de delação premiada de Sérgio Machado e conversas gravadas entre ele e os outros envolvidos.

    As gravações foram divulgadas no ano passado, após a retirada do sigilo do conteúdo das delações de Machado. Em uma das conversas, Romero Jucá cita um suposto “acordo nacional” para “estancar a sangria”.

    O advogado de José Sarney e Romero Jucá, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, classificou de “absurda” a decisão do STF de abrir o inquérito com base em uma “gravação espúria”, mas disse que uma vez instaurada a investigação “é absolutamente normal a oitiva dos envolvidos”.

    Por meio de nota, Renan disse que “todos os depoimentos necessários serão prestados”. Segundo o senador, informações e dados solicitados pela Justiça serão “disponibilizados espontaneamente”. Para ele, esta etapa do processo “será importante para dirimir quaisquer dúvidas sobre sua conduta”.

    A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Sérgio Machado.

    Notícias ao Minuto

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    Foto: divulgação da PF

    Irregularidades foram descobertas pela Operação Carne Fraca. Investigações abrangem sete estados; são citadas.

    Gravações telefônicas obtidas pela Polícia Federal apontam que vários frigoríficos do país vendiam carne estragada tanto no mercado interno, quanto para exportação.

    Diretores e donos das empresas estariam envolvidos diretamente nas fraudes, que contavam com a ajuda de servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no Paraná, Goiás e Minas Gerais.

    As gravações foram divulgadas após a deflagração da Operação Carne Fraca, nesta sexta-feira (17).

    Nelas, segundo a PF, é possível identificar as práticas ilegais cometidas pelas empresas. Entre produtos químicos e produtos fora da validade, há casos ainda mais “curiosos”, como a inserção de papelão em lotes de frango.

    O G1 tenta contato com as defesas dos citados na reportagem.

    A operação envolve grandes empresas, como a BRF e a JBS, mas também frigoríficos menores, como o Peccin, do Paraná.

    Em um dos áudios gravados com autorização judicial, um dos donos da empresa, Idair Antônio Piccin, conversa com a mulher dele, Nair Klein Piccin, sobre o uso de carne proibida em lotes de linguiça. Os dois tiveram pedidos de prisão preventiva decretada pela Justiça.

    Idair – Você ligou?
    Nair – Eu, sim eu liguei. Sabe aquele de cima lá, de Xanxerê?
    Idair – É.
    Nair – Ele quer te mandar 2000 quilos de carne de cabeça. Conhece carne de cabeça?
    Idair – É de cabeça de porco, sei o que que é. E daí?
    Nair – Ele vendia a 5, mas daí ele deixa a 4,80 para você conhecer, para fechar carga
    Idair – Tá bom, mas vamos usar no que?
    Nair – Não sei
    Idair – Aí que vem a pergunta né? Vamo usar na calabresa , mas aí, é massa fina é? A calabresa já está saturada de massa fina. É pura massa fina
    Nair –
    Idair – Vamos botar no que?
    Nair – Não vamos pegar então?
    Idair – Ah, manda vir 2000 quilos e botamos na linguiça ali, frescal, moída fina
    Nair – Na linguiça?
    Idair – Mas é proibido usar carne de cabeça na linguiça
    Nair – Tá, seria só 2000 quilos para fechar a carga. Depois da outra vez dá para pegar um pouco de toucinho, mas por enquanto ainda tem toucinho (ininteligível).

    Resultado de imagem para Frigoríficos investigados vendiam carne vencida no Brasil e no exterior

    Em outro áudio, Paulo Rogério Sposito, dono do Frigorífico Larissa, de Mauá, em São Paulo, orienta um funcionário a trocar as etiquetas das datas de validade dos produtos.

    Segundo a polícia, os dois aparentam se aproveitar da ausência do fiscal do Mapa, citado como “filho da p*”, que está de folga. Sposito também é alvo de um dos mandados de prisão preventiva da operação.

    Funcionário: Paulinho…
    Paulo: Eu…
    Funcionário: Deixa eu te falar uma coisa… Podia programar pra semana que vem, a gente trazer aquela mercadoria lá pra trocar as etiquetas né meu véi…
    Paulo: Pode…pode sim
    Funcionário: Já que num vai ter…né…já que nós vamo tá parado aqui.
    Paulo: Primeira carreta que voltar de são paulo vazia passar lá e pega.
    Funcionário: É isso aí… Ai nós já arruma…tem o que? Duas carreta lá ainda?
    Paulo: De verdade eu não sei quanto tem lá no estoque não
    Funcionário – (…) Nós já arrumava tudo aquele trem, deixava no jeito. O homem tá de férias né. Num ta aqui..
    Paulo – Ah , esse filho da p* tá de férias é?
    Funcionário – Agora era…hora boa de nós…
    Paulo – Agora era… G1

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    O pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, ligada à Assembleia de Deus, foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Timóteo por lavagem de dinheiro. Em 16 de dezembro do ano passado, o pastor foi alvo de mandado de condução coercitiva – quando o investigado é levado a depor e liberado.

    A Operação Timóteo investiga um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral (65% da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM – tem como destino os municípios).

    Malafaia é suspeito de apoiar na lavagem do dinheiro do esquema, que recebeu valores do principal escritório de advocacia investigado. A suspeita a ser esclarecida pelos policiais é que este líder religioso pode ter “emprestado” contas correntes de uma instituição religiosa sob sua influência com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores.

    O mandado de condução coercitiva na Operação Timóteo provocou a ira do pastor Silas Malafaia. No dia da condução coercitiva, em seu Twitter, colérico, o pastor publicou mensagens, áudio e vídeo negando as suspeitas da investigação.

    “Eu sei o poder das trevas”, afirmou em áudio.

    O nome da operação é referência a uma passagem do livro Timóteo, integrante da Bíblia Cristã: “Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição”. Com informações do Estadão Conteúdo.

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    A Polícia Federal indiciou o empresário Eike Batista, o ex-governador Sérgio Cabral e outras dez pessoas em razão das investigações que resultaram na Operação Eficiência, no mês passado.

    Em nota, a PF afirmou que os indiciamentos foram feitos sob suspeita de “lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva, além de organização criminosa”. A corporação não informou os nomes nem os crimes atribuídos aos investigados. O relatório será enviado à Justiça Federal.

    Eike é suspeito de ter pago uma propina de US$ 16,5 milhões ao ex-governador, por meio da conta Golden Rock, no TAG Bank do Panamá. Os recursos foram transferidos por meio de um contrato considerado fraudulento de intermediação de venda de uma mina de ouro.

    O empresário foi levado nesta quarta-feira (8) à sede da PF para prestar novo depoimento. A polícia solicitou à Justiça Federal a nova oitiva para esclarecer contradições entre as declarações dos investigados.

    Além de Eike, foram levados o advogado Flávio Godinho, braço direito do empresário no grupo EBX, o ex-secretário Hudson Braga, o ex-subsecretário Francisco de Assis Neto, o doleiro Álvaro Novis, e os ex-assessores de Cabral Ary Ferreira da Costa Filho e Carlos Emanuel Miranda. Todos estão presos.

    Com informações da Folhapress.

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    Foto: reprodução

    Empresário foi preso ao desembarcar no Galeão, na manhã desta segunda-feira (30). Após triagem no Ary Franco, Eike foi transferido para Bangu 9.

    O empresário Eike Batista deixou o presídio Ary Franco, na Zona Norte do Rio, por volta das 13h30 desta segunda-feira (30). Com a cabeça raspada e uniforme de detento, ele foi colocado dentro de uma viatura, carregando um travesseiro na mão, rumo ao Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste.

    O empresário, que era considerado foragido e estava em Nova York, foi preso ao desembarcar no Galeão, pela manhã.

    Segundo as primeiras informações, após a triagem no Ary Franco, foi decidido que o empresário ficará na Cadeia Pública Bandeira Stampa, conhecida como Bangu 9. O motivo seria a falta de segurança na penitenciária, segundo o Jornal Hoje.

    Por não ter nível superior, Eike não pode ir para Bangu 8, mesmo presídio em que está o ex-governador Sérgio Cabral e outros presos durante as operações Calicute e Eficiência, desdobramentos da Lava Jato.

    Segundo agentes do Serviço de Operação Especiais da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), que fizeram o transporte de Eike para Bangu, o Bandeira Stampa é uma cadeia em que não há domínio de facção criminosa. As celas são para até oito presos, que costumam trabalhar dentro das próprias unidades prisionais – por isso, ganharam o apelido de “faxina”. Entre os detidos estão milicianos, alguns ex-PMs e outros ex-servidores. G1

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    Foto: reprodução

    O presidente da República, Michel Temer (PMDB), estaria com medo depois que a Polícia Federal apreendeu o celular do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) durante a operação Cui Bono, na última sexta-feira (13). Segundo o site O Antagonista, o mandatário do país teme que mensagens trocadas por Geddel possam relacioná-lo com seu operador, José Yunes.

    Recentemente, o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse em sua delação premiada que, na campanha eleitoral de 2014, foi entregue dinheiro vivo no escritório do advogado José Yunes, amigo de Michel Temer e até então assessor especial da Presidência.

    Segundo o delator, a quantia entregue em São Paulo era parte de um repasse de R$ 10 milhões, combinado no Palácio do Jaburu, quando Temer, então vice-presidente da República, recebeu Marcelo Odebrecht, na época, presidente da empreiteira. O encontro ocorreu em maio de 2014, dois meses depois do início da Operação Lava Jato. Bocão

     

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    Um dos ex-ministros do governo Lula, Gilberto Carvalho, criticou as investigações da Polícia Federal sobre a reforma da piscina do Palácio da Alvorada em 2008, feita pela empreiteira Odebrecht, e defendeu a realização da obra.

    No último domingo (13), a Polícia Federal informou que investiga uma obra na piscina da Alvorada realizada pela empreiteira sem contrato com o governo.

    Os investigadores levantaram suspeitas após análises de e-mails trocados em 2008 por Marcelo Odebrecht, presidente da empreiteira na época, com outros executivos envolvidos na Lava Jato.

    De acordo com o ex-ministro em entrevista à Folha de São Paulo, a colocação do piso da piscina foi feita somente dois anos depois da reforma original porque “não poderia ser qualquer pedra a ser colocada ali” e que a Odebrecht “se comprometeu diante do consórcio [de 2004]” a realizar a reforma.

    Para o ex-ministro, a PF “faz todo o tipo de acusação sem o mínimo de cuidados de verificar os fatos” com o intuito de acusar o ex-presidente Lula”. “É uma guerra jurídica na qual a acusação não é mais importante, mas fazer a desconstrução da pessoa [Lula]”, completou.  Varela Notícias

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    A Polícia Federal está cumprindo mandados da Operação Lava Jato na manhã desta quinta-feira (10).

    De acordo com o G1, o alvo desta fase da investigação é o empresário e lobista Adir Assad, que já está preso em Curitiba e teve um novo mandado de prisão expedido, na chamada Operação Dragão.

    Os agentes têm 18 ordens de busca de apreensão, além de dois mandados de prisão preventiva.

    A PF afirma que investiga dois grandes operadores financeiras responsáveis pela movimentação de verbas de origem ilegal, vindas de relações criminosas entre empreiteiras e empresas sediadas no Brasil com executivos e funcionários da estatal Petrobras.

    Corrupção, manutenção não declarada de valores no exterior e lavagem de dinheiro estão entre os crimes investigados.  Notícias ao MInuto