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Israel

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AP Photo/ Khalil Hamra

As Forças de Defesa de Israel afirmaram nesta sexta-feira que detectaram outro míssil lançado da Faixa de Gaza contra o sul do país.

“Um projétil foi disparado da Faixa de Gaza contra o sul de Israel”, disseram os militares israelenses na rede social do Twitter, acrescentando que as tropas estão procurando o local do impacto.

Pouco antes nesta sexta-feira, as Forças da Defesa informaram que o sistema de defesa Iron Dome interceptou um projétil lançado da Faixa de Gaza, sem relatos de baixas.

Tanto a Faixa de Gaza como a Cisjordânia foram o palco nesta sexta-feira da ira de dezenas de confrontos entre palestinos armados com pedras e soldados israelenses, que resultaram na morte de um palestino e centenas de feridos.

As tensões na região aumentaram depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que sua administração reconheceu Jerusalém como a capital do Estado de Israel e ordenou ao Departamento de Estado que inicie o processo para mover a embaixada de Tel Aviv para aquela cidade.

Israel considera que Jerusalém, incluindo os bairros orientais que os palestinos afirmam ser seus, é a sua capital “única e indivisível”.

No momento, todas as embaixadas estrangeiras estão em Tel Aviv para evitar participar da disputa entre israelenses e palestinos. Sputnik

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    primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu nesta quarta-feira (6) que todos os países reconheçam Jerusalém como capital de Israel. “Estamos profundamente gratos ao presidente dos EUA por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e transferir a embaixada dos EUA “, disse Netanyahu.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na tarde desta quarta-feira (6) sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.

    Atualmente, a cidade de Jerusalém é dividida entre Israel e a vizinha Palestina, que, reclama das ocupações de povoados palestinos na Cisjordânia por colonialistas israelenses.

    A Organização para a Libertação da Palestina se pronunciou afirmando que o comunicado do presidente dos EUA “destruiu a solução de dois estados” para o conflito entre Israel e Palestina.  De acordo com o secretário-geral da Organização de Libertação da Palestina, “o presidente dos EUA, Donald Trump, destruiu a perspectiva de uma solução de dois estados para Israel e Palestina e as chances de Washington de desempenhar um papel no processo de paz regional”.

    O movimento palestino Hamas, por sua vez, criticou o presidente norte-americano, alertando que a decisão “abre as portas do inferno”.

     Sputnik News Brasil.

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    Israel realizou um ataque aéreo com mísseis contra um campo militar sírio nas Colinas de Golã, na província fronteiriça de Quneitra, relatou a mídia local.

    As primeiras informações falam de três mortos, segundo a AFP.

    Segundo a rede libanesa Al Mayadeen, Israel teria atacado, neste domingo, um grupo de milícias que apoiam o governo de Bashar Assad, matando três pessoas e deixando dois feridos.

    O ataque causou danos materiais às forças sírias.

    O exército israelense recusou comentar estas informações, informa o jornal israelense Haaretz.

    Na sexta-feira, Israel havia lançado um ataque semelhante na mesma província, em resposta a morteiros disparados a partir de áreas fronteiriças da Síria contra as Colinas de Golã, controladas pelo Estado hebraico. Anteriormente, as Forças Armadas de Israel tinham informado de que, pelo menos, três projéteis provenientes do território sírio haviam caído na parte controlada por Israel, sem causar qualquer dano. Sputnik

    Fumaça sobe após ataque sírio na antiga cidade de Quneitra, perto da fronteira entre a Síria e as Colinas de Golã que são controladas por Israel

    AP PHOTO/ ARIEL SCHALIT

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      Foto: Sputnik/ Serviço de imprensa da Força Aérea de Israel

      Enquanto Israel continua bombardeando a Síria, Thomas Flinchy, cientista político da Universidade Paris-IV, fala com a Sputnik sobre a possível razão deste comportamento de Israel.

      A tensão está ao rubro entre a Síria e Israel, que continua a levar a cabo ataques aéreos contra o território sírio. Thomas Flinchy, historiador e membro do Centro Roland Mousnier de Sorbonne, comentou a atual situação em conversa com a Sputnik.

      Avigdor Lieberman

      AP PHOTO/ MARKUS SCHREIBER

      Israel tem uma política bastante oportunista no Oriente Médio e procura garantir a sua própria sobrevivência em um ambiente bastante hostil. Nesta lógica, a cooperação com o Daesh poderá beneficiar o governo israelense.

      “Ele [Israel] tem uma política de equilíbrio, os israelenses não querem verdadeiramente que o Daesh desapareça. Além disso, o Daesh nunca atacou Israel do ponto de vista militar ou ideológico, o que mostra que Israel não é um verdadeiro inimigo para o Daesh”, acrescentou Flinchy.

      Israeli F-16

      AP PHOTO/ ARIEL SCHALIT, FILE
      Além disso, para garantir esta tranquilidade política, o governo de Israel, de acordo com o analista, aceitou acolher terroristas do Daesh e prestar-lhes assistência médica. Por seu lado o Daesh está interessado na instabilidade nesta região, especialmente na Síria.

      “Israel mantém o Daesh sob controle porque está interessado no caos na região e na máxima instabilidade para garantir a sua própria estabilidade. É uma política bastante cínica, mas ela existe”, concluiu o analista.

      Anteriormente, o primeiro-ministro de Israel tinha declarado que Israel iria continuar a realizar ataques aéreos contra colunas de veículos sírias que transportam armas para o Hezbollah.