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França

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Os Estados Unidos e o Líbano enviaram mensagens de apoio à soberania e estabilidade libanesa em meio uma crise diplomática entre o país e Arábia Saudita.

O governo local vive uma crise política desde que o primeiro-ministro Saad Hariri anunciou, da capital da Arábia Saudita, Riad, que estava renunciando ao cargo.

Autoridades libanesas insistem na volta de Hariri ao país, dando a entender que ele pode estar sendo mantido em Riad contra sua vontade.

Em um comunicado divulgado neste sábado, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders afirmou que Washington pediu a “todos os estados que respeitem a soberania, independência e o processo constitucional do Líbano”.

Já a agência de notícias oficial do Líbano divulgou uma mensagem do presidente francês Emmanuel Macron, na qual ele garante ao governo local o compromisso da França com “a união, soberania e independência” do Líbano.

Varela Notícias

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Após a vitória por 3 a 1 sobre o Japão, na manhã desta sexta-feira (10), o lateral-esquerdo Marcelo comentou a preparação da Seleção Brasileira iniciada nesta partida amistosa. O jogo aconteceu no Estádio Pierre Mauroy, em Lille, na França.

“A gente tem que só fazer bons jogos, melhorar e fazer o que o professor pedir”, afirmou em entrevista à Rede Globo.

Sobre o belo marcado, o segundo da partida, Marcelo disse que não foi o mais bonito da carreira, mas que ficou satisfeito por ter balançado as redes com camisa do Brasil. “Teve um que eu fiz no Real Madrid, mas fico feliz por ter feito o gol”, confessou.

O Brasil fará mais um jogo amistoso na próxima terça-feira (14). O time comandado pelo técnico Tite encara a Inglaterra, no Estádio de Wembley, em Londres, às 17h no horário da Bahia.

Bahia Notícias

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    AFP 2017/ Eric Feferberg / AFP

    Vencedor das eleições presidenciais francesas, o centrista Emmanuel Macron agradeceu neste domingo todo o povo da França por ter optado pela “audácia” para escolhê-lo como o novo presidente do país, com base nos resultados após 70% das urnas apuradas.

    “Nossa tarefa é intensa e vai impor uma construção de uma maioria forte, de mudanças, que é o que o país espera e aspira. O que espero de vocês dentro de seis semanas”, afirmou Macron, em discurso aos seus eleitores na noite deste domingo, próximo ao Museu do Louvre, em Paris.

    Horas mais cedo, logo após a adversária Marine Le Pen reconhecer a derrota, Macron declarou que lutará “com todas as forças contra as divisões que minando o país”, apontando ainda ter percebido “medo, ansiedade e dúvidas” em muitos eleitores.

    Favorável ao euro e aos fortalecimento da União Europeia, Macron é, aos 39 anos, o líder mais jovem da França desde Napoleão Bonaparte (que reinou com 35 anos entre 1804 e 1814). Ele apareceu logo no início da apuração com uma margem entre 65% e 66% da preferência, o que corresponde a três em cada cinco franceses que optaram por algum dos dois candidatos.

    Já Le Pen figurou com a preferência em uma faixa entre 33,9% e 35% dos votos.

    Macron foi felicitado por líderes internacionais, como a primeira-ministra alemã Angela Merkel e o presidente norte-americano Donald Trump – este nutria maior simpatia por Le Pen, mas louvou a “grande vitória” do centrista e disse aguardar para trabalharem juntos. Sputnik

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    Um terminal do aeroporto de Nice, na França, foi evacuado nesta segunda-feira (15) e cercado por forças de segurança. A causa: a descoberta de uma bagagem suspeita. Os passageiros foram retirados do segundo terminal do aeroporto, mas depois a situação se normalizou. Policiais removeram a bagagem suspeita que será examinada.
    A França tem estado em alerta máximo depois de uma série de ataques ligados ao grupo terrorista Estado Islâmico desde janeiro de 2015.
    O atentado mais grave ocorreu em novembro do ano passado, quando pelo menos 130 pessoas foram assassinadas em Paris. Isso fez o governo francês decretar estado de emergência, que ainda está em vigor.
    Agência Brasil

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      Pessoas prestam homenagens nas proximidades dos locais onde ocorreram atentados em Paris. No destaque, a frase: "Choramos, mas não tememos"

      São Paulo – Um dia depois que uma onda de atentados deixou 129 mortos em Paris, a polícia francesa começa a juntar as primeiras peças do quebra-cabeça por trás do pior ataque da história da França desde a Segunda Guerra Mundial.

      Ainda não se sabe ao certo quantas pessoas estão envolvidas nos atentados. No total, sete terroristas morreram durante as ações – apenas um foi identificado até o momento. Ele era francês e tinha 29 anos.

      Na manhã deste sábado, o Estado Islâmico reclamou para si a autoria dos atentados.

      1. Eles eram ligados ao Estado Islâmico

      Na manhã de hoje, o Estado Islâmico reivindicou a autoria dos atentados. Em comunicado, o grupo terrorista afirma que os locais dos ataques foram escolhidos “minunciosamente no coração de Paris” e que a França é o principal alvo do grupo.

      O país faz parte da coalizão que organiza ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

      “Enquanto vocês mantiverem os bombardeios, vocês não viverão em paz. Vocês vão ter medo até de entrar no mercado”, afirma o grupo no comunicado.

      Em vídeo, divulgado neste sábado, o EI convoca militantes para atacar a França. “Há armas e carros disponíveis e alvos prontos para serem atacados”, diz o vídeo.

      2. Um era francês e outros portavam passaportes da Síria e Egito

      De acordo com o procurador francês, um dos terroristas era francês e vivia no subúrbio de Courcouronnes, na França. Ele tinha 29 anos e foi identificado por suas digitais.

      Desde 2004, o homem, cuja identidade não foi revelada, tinha passagem pela polícia. Em 2010, foi considerado suspeito por envolvimento com grupos extremistas islâmicos – mas nunca foi preso.

      A polícia encontrou um passaporte sírio de um homem nascido em 1980, segundo o The Guardian, junto com o corpo de um dos terroristas. Ele não era conhecido pela polícia francesa.

      Outro passaporte encontrado com o corpo de um dos terroristas pertencia a um homem egípcio. Ainda não se sabe se os documentos eram, de fato, dos homens-bomba.

      Mais cedo, ministro adjunto grego para assuntos de polícia, Nikos Toskas,afirmou que o passaporte encontrado com os terroristas era de um refugiado sírio que entrou na Grécia no último dia 3 de outubro por meio da Ilha de Leros junto com outros 69 refugiados.

      3. Eles estavam divididos em três equipes coordenadas

      Os terroristas estavam divididos, aparentemente, em três grupos coordenados: um no Stade de France e outros em dois carros pretos – um da marca Seat e outro modelo VW Polo.

      Segundo o jornal The Guardian, um dos carros estava registrado no nome de um cidadão francês, que foi parado na fronteira da França com a Bélgica com outras duas pessoas.

      4. Um dos homens-bomba tentou entrar no estádio, mas foi detido pela polícia

      O terrorista que carregava o passaporte sírio portava também um ingresso para o jogo da França contra a Alemanha que acontecia durante os ataques.

      Ao revistá-lo, um agente de segurança percebeu que o terrorista usava um colete de explosivos e o impediu de entrar no estádio, segundo informações do jornalThe Wall Street Journal.

      O guarda, identificado como Zouheir, tentou detê-lo, mas o homem detonou os explosivos. Três minutos depois, outro terrorista explodiu o colete de bombas nas redondezas e um terceiro, em uma unidade do McDonald´s próxima ao estádio.

      5. As bombas eram de alto impacto

      Os terroristas usavam um tipo de explosivo muito comum em ações terroristas orquestradas por radicais islâmicos feito à base de TATP (triperóxido de triacetona).

      Segundo informações do The New York Times, as bombas traziam um detonador especial embalado com pregos para aumentar o poder letal do explosivo. Exame

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      A polícia francesa informou hoje (31) que impediu, na noite passada, mais de mil tentativas de imigrantes de chegar ao Reino Unido passando pelo túnel que atravessa o Canal da Mancha.
      “Mais de mil tentativas foram barradas na noite passada, sendo feitas 30 detenções”, disse uma fonte policial citada pela agência de notícias France-Press (AFP). Segundo a fonte, não há registro de feridos entre os que tentaram imigrar.
      O governo da França enviou contingente adicional de 120 agentes da polícia para o Porto de Calais, no Norte do país, para enfrentar a crise, que causou dez mortes desde junho.

      Os reforços tiveram impacto, uma vez que o número de tentativas de infiltração no Eurotúnel diminuiu mais de 50% em relação ao pico do movimento, no início da semana.
      Um homem morreu na madrugada de quarta-feira (29), esmagado por um caminhão, quando tentava entrar no túnel.
      Um porta-voz da empresa que administra o Eurotúnel declarou à AFP que têm acontecido “muito menos perturbações” com o reforço policial na cidade.
      Fonte da polícia admitiu que os reforços ajudaram, mas a pressão dos imigrantes permanece, e “continua a ser difícil lidar com a situação”, apesar da diminuição do número de imigrantes que conseguem entrar nas plataformas.
      Cerca de 3 mil pessoas, de países como a Síria, o Sudão e a Eritreia, estão acampadas em Calais, na esperança de atravessar o canal ilegalmente.
      O primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou hoje novas medidas para responder à crise, entre as quais a ajuda à polícia francesa e mais coordenação com as autoridades daquele país para reduzir a pressão sobre o outro lado da fronteira. Agência Brasil/Da Agência Lusa

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      O Brasil finalmente venceu a França na casa do adversário. Na reedição da final da Copa do Mundo de 1998, também no Stade de France, o Brasil deu o troco na seleção da casa ao vencer a partida por 3 a 1 de virada. O resultado foi importante para a seleção canarinha que faz os últimos amistosos preparatórios para a Copa América. De cabeça, Varane abriu o placar no primeiro tempo para os franceses. Ainda no primeiro tempo, Oscar empatou a partida. Já na segunda etapa Neymar e Luiz Gustavo viraram o jogo e sacramentaram a vitória para o Brasil.

      O técnico Dunga segurou a escalação da seleção brasileira até o último minuto. Com a ausência de Diego Tardeli no ataque, o treinador brasileiro optou por Roberto Firmino para fazer dupla de ataque com Neymar. Já no meio do campo, Elias ganhou a chance de começar jogando e Fernandinho foi para o banco. Na vaga de David Luiz, cortado por lesão, Thiago Silva assumiu o posto de titular.

      O Jogo
      O primeiro tempo foi equilibrado em Paris. Com mais posse de bola, a seleção brasileira demorou para se encontrar em campo e teve dificuldades para vencer a forte marcação imposta pela seleção francesa. Enquanto isso, o time da casa se postou bem atrás e jogou no erro do Brasil.

      O Brasil começou a partida levando um susto da França. Com apenas 7 minutos, Valbuena cobrou tiro de canto pela esquerda e encontrou Benzema no segundo pau sozinho. O atacante testou com força para o gol, mas Jefferson apareceu para salvar o Brasil, ao fazer uma grande defesa.

      O Brasil apresentava falhas na marcação em jogadas de bola parada. E a França soube aproveitar isso para abrir o placar. Aos 21 minutos, Valbuena, o homem das bolas paradas da seleção da casa, cobrou escanteio pela esquerda e Varene subiu no segundo andar, no meio da área, para testar a bola no canto esquerdo de Jefferson e abrir o placar para os franceses.

      O gol fez seleção brasileira acordar e tentar um jogo com mais posse de bola, rodando mais a redonda no campo de ataque para buscar espaços na marcação adversária, com trocas de passes rápidas. E a tática deu certo. Aos 40 minutos, Roberto Firmino recebeu a bola na entrada da área e tocou na passagem de Oscar. O meia venceu a disputa com Sagna no meio da área e desviou a redonda para o gol, deslocando o goleiro para empatar a partida.

      O Brasil voltou outro no segundo tempo. Assim como o final da primeira etapa, o time de Dunga continuou dominando o jogo e criando as melhores oportunidades de gol da partida . A França caiu de produção e só levava perigo nas jogadas de bola parada. Por isso, a seleção canarinha não demorou muito tempo para virar a partida no Stade de France.

       O time de Dunga não deixou o ritmo em campo cair e ainda teve tempo de ampliar o placar. Aos 24 minutos, Willian cobrou escanteio pela direita, encontrando a cabeça de Luiz Gustavo no meio da área. O volante subiu mais alto do que a marcação para testar com força, no canto direito de Mandanda,. Com o placar confortável, o Brasil passou a administrar a partida e contar os minutos para o final do jogo para enfim comemorar uma vitória contra a França dentro da casa do adversário.

      A seleção brasileira volta a campo no próximo sábado quando enfrenta o Chile, em Londres. Já os franceses jogam contra a Dinamarca, no domingo.

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      O comandante do Airbus A320, da Germanwings, que ficou trancado do lado de fora da cabine momentos antes da queda do avião nos Alpes franceses, tentou arrombar a porta com um machado, segundo publicou o jornal “Bild” nesta sexta-feira (27).

      A partir dos áudio recuperados da caixa-preta, assim que o piloto saiu para ir ao banheiro, a porta foi trancada por dentro pelo copiloto Andreas Lubitz. Assim, mesmo que o piloto digitasse a senha de acesso, a porta se abrisse.

      Desesperado ao perceber que o copiloto não respondia ao pedido para abrir a porta, o comandante utilizou um machado para forçar a porta blindada, segundo fontes das forças de segurança alemãs. Segundo um porta-voz da Germanwings, os aviões A320 contam com um machado “parte do equipamento de segurança”.

      “Pelo sistema de interfone, ele se identifica, mas não há nenhuma resposta. O piloto bate na porta, mas não há resposta do coiloto”, diz. “Nós ouvimos vários gritos do piloto pedindo para entrar na cabine”, disse o procurador de Marselha Brice Robin.

      Do lado de dentro da cabine, é possível perceber a “respiração normal” do copiloto, o que, segundo o promotor, descartaria a hipótese de um mal súbito do copiloto. “Ele estava vivo e respirando”, disse o promotor.

      Nesse instante, controladores de tráfego aéreo de uma torre de controle em Marselha pediram sinal de socorro em virtude da mudança de altitude. Do lado de fora da cabine, ouve-se sons de golpes violentos na porta, possivelmente do piloto tentando retornar à cabine.

      O promotor destaca que o sistema de travamento da porta contra invasões terroristas impede que qualquer pessoa acesse a cabine, que estava trancada por dentro, pelo copiloto. O sistema ficou mais reforçado após os atentados do 11 de setembro contra as Torres Gêmeas.

      Segundo o BuzzFeed, ouve-se som de um primeiro impacto do avião, o que indica que pode ter havido um primeiro choque antes do impacto final.

      “A interpretação mais provável em nosso ponto de vista é que o copiloto, através de uma ação deliberada, se recusou a abrir a porta da cabine do piloto-chefe e usou o botão que controla a perda de altitude”, disse Robin.

      Nos oito minutos finais, a aeronave passou de 10 mil metros a praticamente 2 mil metros, na altura dos picos dos Alpes franceses. “Ele usou esse botão para perder altitude por razões que são totalmente desconhecidas para nós nesse momento”, disse Robin.

      Os passageiros não perceberam o que estava acontecento “até o último momento antes da queda”, segundo informou o promotor. “Ouvimos gritos apenas nos últimos momentos antes do impacto. Os gritos são nos últimos instantes “, disse ele. Com o avião viajando a 700 quilômetros por hora, “a morte foi instantânea”, disse Robin.

      Segundo ele, os parentes dos familiares ficaram chocados ao serem informados que o copiloto parece ter tido a intenção de destruir a aeronave. Ele não estava fichado como suspeito de terrorismo. Correio

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      Dados da caixa-preta da cabine de comando do Airbus 320, da Germanwings, que caiu na França e matou 150 pessoas, tentou retornar desesperadamente ao cockpit, segundo informou o jornal americano New York Times.

      Segundo o jornal Le Monde, o copiloto da aeronave estava na cabine, enquanto o piloto estava do lado de fora durante a queda. O promotor de Marselha Brice Robin afirmou em entrevista nesta quarta-feira (26) que os áudios da cabine mostram que o copiloto, que estava no comando do avião durante a queda, estava “vivo e respirando”, o que demostra que ele não passou mal. O promotor disse ainda que o copiloto não demonstrou pânico na queda.

      Indícios apontam que o copiloto parece ter acionado voluntariamente o mecanismo que colocou o avião em queda, com intenção de derrubar a aeronave. Ele teria se recusado a abrir a porta para o piloto entrar na cabine.

      “O homem do lado de fora bate levemente na porta da cabine e não há resposta. Depois, bate mais forte, sem resposta. Nunca há uma resposta. Você consegue ouvir que ele está tentando derrubar a porta”, disse o investigador, descrevendo o áudio da gravação. Correio

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      Um Airbus da companhia Germanwings, da Lufthansa, caiu no sul da França nesta terça-feira (24), segundo informou a agência de notícias Reuters. O avião ia de Barcelona, na Espanha, para a cidade de Duesseldorf, na Alemanha, e transportava 144 passageiros, dois pilotos e quatro tripulantes.

      O presidente francês, François Hollande, disse que não há sobreviventes, segundo a agência Associated Press. Segundo o jornal francês “Le Figaro”, o primeiro-ministro da França, Manuel Valls, disse à emissora BFM que enviou o ministro do Interior para o local do acidente. “Não sabemos as razões para o acidente, tememos que os passageiros e tripulantes tenham morrido devido às condições do acidente”, disse Valls.

      A Germawings disse em seu perfil do Twitter que foi informada pela imprensa do acidente. Segundo o jornal “Le Monde”, o Airbus desapareceu dos radares por volta das 11h locais (7h de Brasília). O avião decolou 9h de Barcelona, horário local (5h de Brasília).

      Em declarações feitas ao vivo nesta terça (24), Hollande disse que a área do acidente é remota e não estava claro se alguém em solo havia sido atingido. Segundo o presidente francês, existe a probabilidade de que várias das vítimas sejam alemãs.

      “Trata-se de uma tragédia em nosso solo”, disse ele, acrescentando que falaria em breve com a chanceler alemã Angela Merkel.