Tags Posts tagged with "EUA"

EUA

    1592

    primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu nesta quarta-feira (6) que todos os países reconheçam Jerusalém como capital de Israel. “Estamos profundamente gratos ao presidente dos EUA por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e transferir a embaixada dos EUA “, disse Netanyahu.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na tarde desta quarta-feira (6) sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.

    Atualmente, a cidade de Jerusalém é dividida entre Israel e a vizinha Palestina, que, reclama das ocupações de povoados palestinos na Cisjordânia por colonialistas israelenses.

    A Organização para a Libertação da Palestina se pronunciou afirmando que o comunicado do presidente dos EUA “destruiu a solução de dois estados” para o conflito entre Israel e Palestina.  De acordo com o secretário-geral da Organização de Libertação da Palestina, “o presidente dos EUA, Donald Trump, destruiu a perspectiva de uma solução de dois estados para Israel e Palestina e as chances de Washington de desempenhar um papel no processo de paz regional”.

    O movimento palestino Hamas, por sua vez, criticou o presidente norte-americano, alertando que a decisão “abre as portas do inferno”.

     Sputnik News Brasil.

      208
      AP PHOTO/ RICK BOWMER

      Os militares dos EUA incentivam as companhias aeroespaciais norte-americanas para que alterem os caças F-35 até que fiquem invulneráveis aos mais avançados sistemas antiaéreos da Rússia e da China, aponta o portal militar Warrior.

      A Força Aérea norte-americana faz provas reais para analisar como os caças de quinta geração F-35 realizam as tarefas de combate em zonas de alcance dos sistemas antiaéreos russos e chineses. Para se poderem aproximar o mais possível da realidade, os ensaios são realizados tanto em polígonos, como através de simulações digitais.

      O Pentágono precisa de tecnologias capazes de combater as ameaças dos inimigos, não só existentes, mas também as previstas para os anos 2030-2040, afirma o portal.

      Os oficiais da Força Aérea dos EUA explicam que em 2001, quando foi lançado o programa Joint Strike Fighter (JSF, na sigla em inglês) para a criação de um novo avião de tipo caça tático, o inimigo, potencialmente europeu, teria apenas sistemas S-300 e S-300PMU-1. Agora, segundo reporta o Warrior, a situação mudou drasticamente.

      Washington se sente ameaçado porque os sistemas de mísseis antiaéreos russos e chineses podem mudar rapidamente suas frequências de funcionamento e processar informação de forma digital, o que aumenta significativamente as suas capacidades de combate, destaca o portal. As ameaças de aparelhos semelhantes representam um “problema muito difícil”, de acordo com os generais da Força Aérea dos EUA, já que estes sistemas têm um raio de ação que se estende por centenas de quilômetros.

      As capacidades dos radares dos S-300 e S-300PMU-1 russos e chineses (detecção por radar, iluminação e seguimento) permitem detectar os caças norte-americanos, mesmo os dotados de tecnologia furtiva, explica o Warrior.

      Os construtores do F-35 enfatizaram que, apesar de no futuro próximo não se prever nenhum conflito, a Força Aérea dos EUA deve estar preparada para qualquer situação inesperada.

      “O fato de estar aumentando a quantidade de artigos na mídia norte-americana que se dedicam a comparar os F-35 com caças russos e chineses, além dos sistemas de defesa antiaérea, revela que Washington, apesar de todas as características técnicas do F-35, não confia completamente neste aparelho aéreo”, alertou o especialista militar Konstantin Makienko para edição russa Gazeta.ru.

        164
        © AFP 2017/ STAFF

        A Rússia classificou o ataque da coalizão liderada pelos EUA como “uma grave violação” da soberania da Síria.

        O Pentágono informou nesta sexta-feira (19) que os EUA e a Rússia não romperam contatos sobre a Síria após o ataque da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

        O porta-voz do Departamento de Defesa norte-americano disse à Sputnik que os EUA dizem acreditar que não houve mortes de civis como resultado do ataque da coalizão internacional contra forças pró-governamentais na Síria.

        “Não temos nenhuma indicação de que houve baixas civis”, disse o porta-voz.

        A coalizão liderada pelos EUA realizou na última quinta-feira (18) um ataque contra forças pró-governamentais sírias perto da cidade de Tanf. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, por sua vez, classificou o ataque como “ilegítimo” e “grave violação” da soberania da Síria.

        Prédios destruidos na cidade síria de Aleppo

        Rússia acusa EUA de ataque ‘ilegítimo’ contra Síria

          110
          REUTERS/ Blue House/Yonhap

          O novo presidente sul-coreano já começou a dialogar com os vizinhos sobre a situação da Coreia do Norte. Com uma postura mais flexível que os governos anteriores, Moon Jae-in afirmou que diálogo e sanções são a saída para a crise.

          Antigo advogado de direitos humanos, Moon tomou posse nesta quarta-feira (11) e afirmou em seu primeiro discurso como mandatário que irá tratar da tensão na península coreana imediatamente.

          A primeira conversa de Moon foi com presidente chinês Xi Jinping. O diálogo foi sobre como lidar com o desenvolvimento do programa nuclear da Coreia do Norte.

          “A resolução da questão nuclear da Coreia do Norte precisa de uma resposta compreensiva e sequencial, com pressão e sanções em paralelo às negociações”, disse Moon a Xi Kinping, segundo o porta-voz  Yoon Young-chan.

          Moon afirmou que estaria disposto a visitar Pyongyang “sob as condições certas”. A posição do novo presidente contrasta com a política de Trump, que afirma que a Coreia do Norte deve abandonar seu programa nuclear antes de voltar a negociar.

          Ainda assim, Trump, que conversou com Moon no dia de sua posse, também já disse que poderia visitar Kim Jong-un.

          “As ameaças do programa de mísseis e do programa nuclear da Coreia do Norte entraram em um novo estágio”, disse o primeiro-ministro Shinzu Abe, de acordo com seu chefe de gabinete.

          Abe ainda afirmou que o “diálogo pelo diálogo” seria infrutífero e pediu uma demonstração “concreta e sincera” das intenções de Pyongyang. Sputnik

            129
            © Fournis par RFI

            A Coreia do Norte realizou mais um teste de míssil balístico neste sábado (29), no momento em que Washington acentua sua pressão para enfrentar a “ameaça nuclear” norte-coreana.

            O teste, porém, teria fracassado, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap. O míssil teria alcançado 71 km antes de explodir.

            O presidente americano, Donald Trump, qualificou no Twitter de “falta de respeito aos desejos da China e de seu altamente respeitado presidente o lançamento, sem sucesso, de um míssil hoje”.

            EUA pressionam ONU

            O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, propôs uma campanha de pressão sem precedentes para forçar a Coreia do Norte a cancelar seu programa nuclear e balístico.

            “Não agir agora diante do problema de segurança mais imediato do mundo pode ter consequências catastróficas”, disse o chefe da diplomacia americana, durante uma reunião ministerial dos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU.

            “A ameaça de um ataque nuclear contra Seul e Tóquio é real e, provavelmente, trata-se de uma questão de tempo até que a Coreia do Norte desenvolva a capacidade para atacar o território americano”, declarou o secretário de Estado.

            Tillerson destacou no Conselho que “não há razão” para pensar que Pyongyang mudará seu rumo diante das atuais sanções multilaterais: “Chegou o momento de todos exercerem pressão sobre a Coreia do Norte para que abandone este perigoso caminho. Todas as opções devem permanecer sobre a mesa”.

            O secretário de Estado reiterou seu pedido a China, maior parceiro comercial da Coreia do Norte, para que exerça “sua influência econômica” a fim de obrigar Pyongyang a abandonar seus programas armamentistas. RFI

            121
            REUTERS/ Marco Bello

            O Parlamento Europeu aprovou uma moção que condena a repressão aos protestos contra o presidente Nicolás Maduro na Venezuela. Os atos da oposição, assim como a violência, têm aumentado nos últimos dias. Existem denúncias de prisões em massa de manifestantes e uma suposta contagem de mortos de envolvidos nos conflitos atingiu 29 pessoas.

            “O Parlamento condena veementemente a ‘brutal repressão’ das forças de segurança da Venezuela, assim como grupos armados irregulares, contra os protestos pacíficos”, diz o informe.

            A moção pede que o Governo da Venezuela cumpra a Constituição e estabeleça um calendário eleitoral que permita um pleito livre e transparente, definido como “a única maneira de encerrar o atual impasse político”. A liberação do líder da oposição e duas candidato presidencial Henrique Capriles, além de uma investigação sobre as mortes, também foi requerida. A oposição do país latino pretende antecipar as eleições presidenciais, previstas para dezembro de 2018.

            De acordo com o documento, a resolução foi apoiada por 450 votos, outros 35 parlamentares votaram contra o documento enquanto 100 se abstiveram. O Parlamento Europeu tem 751 membros dos 28 estados membros. Sputinik

              143
              FILE PHOTO: The U.S. aircraft carrier USS Carl Vinson transits the Sunda Strait, Indonesia on April 15, 2017. Sean M. Castellano/Courtesy U.S. Navy/Handout via REUTERS/File photo

              Por Ben Blanchard e Ju-min Park

              PEQUIM/SEUL (Reuters) – O presidente da China, Xi Jinping, pediu que todos os lados demonstrem cautela durante um telefonema ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Coreia do Norte nesta segunda-feira, enquanto o Japão realiza exercícios com o grupo de ataque de um porta-aviões norte-americano que ruma para águas coreanas.

              Trump enviou o grupo de ataque para manobras no litoral da península coreana devido aos temores crescentes de que os norte-coreanos realizem outro teste nuclear em desafio a sanções da Organização das Nações Unidas (ONU).

              Irritada com a aproximação do grupo de ataque do porta-aviões USS Carl Vinson, a desafiadora Coreia do Norte disse nesta segunda-feira que a movimentação é “um ato extremamente perigoso daqueles que planejam uma guerra nuclear para invadir”.

              Resultado de imagem para Porta-aviões dos EUA segue para águas coreanas; China pede cautela

              “Os Estados Unidos não deveriam perder o controle, mas analisar cuidadosamente qualquer consequência catastrófica de seu ato militar provocador tolo”, disse o Rodong Sinmun, jornal oficial do governista Partido dos Trabalhadores, em um comentário nesta segunda-feira.

              “A única coisa diante dos agressores são cadáveres”, afirmou.

              Dois destróieres japoneses se uniram ao grupo de ataque para exercícios no oeste do oceano Pacífico, e a Coreia do Sul disse nesta segunda-feira que também está negociando a realização de exercícios navais conjuntos.

              Os EUA e seus aliados temem que Pyongyang esteja se preparando para realizar outro teste nuclear ou lançar mais mísseis balísticos.

              A China é a única aliada da Coreia do Norte, mas tem expressado revolta com seus programas nuclear e de mísseis e frustração com a beligerância do regime. Reuters

               

                158
                Sputnik/ Ilia Pitalev

                As Forças Armadas da Coreia do Norte mostram-se prontas a combater e ameaçam afundar o navio americano USS Carl Vinson.

                Há pouco, se tornou público que a Marinha japonesa irá iniciar manobras navais conjuntas com o porta-aviões da Marinha americana no oceano Pacífico.

                “Nossas forças revolucionárias estão prontas para o combate para afundar o porta-aviões americano com um golpe”, escreve o jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Rodong Sinmun, citado pela Reuters.

                Porta-aviões USS Carl Vinson em 15 de abril de 2017

                REUTERS/ SEAN M. CASTELLANO/COURTESY U.S. NAVY

                Autor do artigo compara o porta-aviões americano com um “animal obeso” e declara que o ataque contra ele será um “exemplo do poder militar” da Coreia do Norte.

                Anteriormente, o canal NBC havia informado que os EUA podem levar a cabo um ataque preventivo contra a Coreia do Norte para impedir a realização de mais um teste nuclear de Pyongyang.

                Os EUA enviaram recentemente para a península da Coreia um grupo aeronaval de ataque encabeçado pelo porta-aviões USS Carl Vinson. A Coreia do Norte, tal como em muitas outras ocasiões, ameaçou Washington com um ataque nuclear. Reuters

                  178
                  Sputnik/ Valeriy Melnikov

                  A Rússia pode fornecer à Síria os sistemas antiaéreos que esta necessita de forma prioritária se tal acordo for alcançado, afirmou à Sputnik o presidente do Comitê da Defesa e Segurança do Conselho da Federação russo, Viktor Ozerov.

                  Mais cedo, o presidente sírio Bashar Assad disse em uma entrevista à Sputnik que Damasco está interessado em sistemas antiaéreos russos da ultima geração, considerando as negociações relativas ao assunto, travadas entre os ministérios da Defesa russo e sírio, como “parte das relações cotidianas”.

                  Ao mesmo tempo, o presidente sírio frisou que os terroristas eliminaram mais de metade do sistema antiaéreo no território do país e que ele necessita de ser recuperado.

                  “A quantidade necessária [de sistemas antiaéreos] pode ser fornecida de forma prioritária, isto não vai significar uma sobrecarga adicional para a indústria de defesa”, disse Ozerov.

                  Militares russos na base aérea Hmeymim na Síria

                  SPUTNIK/ MAKSIM BLINOV

                  Segundo disse o parlamentar, nestas importações, se a decisão for tomada, “não há nada de extraordinário, tomando em conta que a Síria está em estado de guerra com os terroristas e a Rússia a ajuda na realização da luta contra o terrorismo”.

                  “Isto não vai violar as normas nem do direito internacional, nem do Conselho de Segurança da ONU, já que os sistemas antiaéreos não são armas ofensivas, mas sim defensivas”, frisou o chefe do Comitê parlamentar. Sputnik