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Donald Trump

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    primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu nesta quarta-feira (6) que todos os países reconheçam Jerusalém como capital de Israel. “Estamos profundamente gratos ao presidente dos EUA por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e transferir a embaixada dos EUA “, disse Netanyahu.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na tarde desta quarta-feira (6) sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.

    Atualmente, a cidade de Jerusalém é dividida entre Israel e a vizinha Palestina, que, reclama das ocupações de povoados palestinos na Cisjordânia por colonialistas israelenses.

    A Organização para a Libertação da Palestina se pronunciou afirmando que o comunicado do presidente dos EUA “destruiu a solução de dois estados” para o conflito entre Israel e Palestina.  De acordo com o secretário-geral da Organização de Libertação da Palestina, “o presidente dos EUA, Donald Trump, destruiu a perspectiva de uma solução de dois estados para Israel e Palestina e as chances de Washington de desempenhar um papel no processo de paz regional”.

    O movimento palestino Hamas, por sua vez, criticou o presidente norte-americano, alertando que a decisão “abre as portas do inferno”.

     Sputnik News Brasil.

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      Presidente pedirá para o Congresso começar “imediatamente” a trabalhar para encerrar a chamada “loteria de vistos”, que beneficiou o autor do atentado da última terça-feira, em Nova York

      presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedirá para o Congresso começar “imediatamente” a trabalhar para encerrar a chamada “loteria de vistos”, que beneficiou o autor do atentado da última terça-feira (31) em Nova York, Sayfullo Saipov.

      “Tomarei todas as medidas necessárias para proteger nosso povo”, garantiu o magnata, que chamou o agressor de “animal”. Trump também disse que estudará a possibilidade de mandar Saipov para a prisão de Guantánamo, alvo de denúncias de violações de direitos humanos e a qual Barack Obama tentou fechar, sem sucesso.

      ANSA.

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        O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (5) o fim do programa de Ação Diferida para os Chegados na Infância (Daca, na sigla em inglês), criado pelo ex-presidente Barack Obama, e que protegia da deportação 800 mil jovens imigrantes. A informação é da EFE.
        A suspensão do Daca entrará em vigor daqui a seis meses para forçar o Congresso a encontrar uma alternativa para o programa.
        “Estou aqui para anunciar que o programa Daca, sancionado pela administração de Obama, será rescindido”, anunciou em entrevista coletiva o procurador-geral dos EUA, Jeff Sessions, um dos membros do governo de Donald Trump com posições mais duras em relação à imigração no país.
        No limbo
        Na última sexta-feira (1°), o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano Paul Ryan, pediu  a Trump que mantivesse o Daca. “Essas pessoas estão no limbo, são crianças  que seus pais trouxeram para cá, que não conhecem outro país e que não tem outro lar. Realmente, acredito que deve haver uma solução legislativa e é nisso que estamos trabalhando. Queremos tranquilizar as pessoas”, disse Ryan, principal liderança do Partido Republicano no Congresso.

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        O dólar virou e fechou em queda pelo terceiro dia de negócios seguido nesta terça-feira (4), com com fluxo pontual de venda e com os investidores de olho na cena política após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiar o julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer.

        A moeda norte-americana caiu 0,55%, a R$ 3,0978, após chegar a R$ 3,0928 na mínima do dia. Veja a cotação do dólar hoje. No ano, o dólar tem queda acumulada de 4,67% sobre o real.

        “O mercado trabalhava com a expectativa de que (o julgamento) seria adiado, mas o pior poderia acontecer”, afirmou à Reuters o diretor de operações da Mirae Corretora, Pablo Spyer. “Sem essa pressão, o fluxo pontual acabou puxando a moeda (norte-americana) para baixo”, acrescentou.

        Os sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram por unanimidade conceder prazo adicional para as alegações finais das defesas e, após 1h45 de sessão, adiaram o julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer. É a primeira vez que a Justiça Eleitoral analisa um caso envolvendo o chefe do poder Executivo.

        O temor é de que o governo Temer fique ainda mais refém de negociações políticas para aprovar no Congresso Nacional a votação de reformas, sobretudo a da Previdência, destaca a Reuters.

        A perspectiva desde cedo era de que a trajetória da moeda norte-americana em relação ao real pudesse ser aliviada, uma vez que havia a expectativa de ingresso de recursos no país no futuro próximo por conta, entre outros, da segunda rodada da regularização de ativos mantidos no exterior.

        Ainda segundo a Reuters, o mercado externo também influenciava, com cautela antes da reunião entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, e também após uma explosão suicida na Rússia.

        O Banco Central não anunciou intervenção no mercado de câmbio, por enquanto. Em maio, vencem US$ 6,389 bilhões em swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares.

        G1

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        As primeiras horas de Donald Trump como presidente não devem estar sendo nada fáceis. A cerimônia desta sexta-feira (20) foi marcada por protestos (inclusive com participação de celebridades) e prisões. Uma imagem que circula nas redes sociais também deve dar dor de cabeça ao empresário.

        Trata-se de uma montagem que compara o National Mall, em Washington, durante a primeira posse de Barack Obama, em 2009, com a estreia de Trump. Há uma clara e gritante diferença de público, ressalta a coluna “Pelo Mundo” de O Globo.

        Diferente também foi a cerimônia em si. Se as posses de Barack Obama em 2009 e 2013 tiveram concorrência de fazer inveja ao Oscar, com shows de Aretha Franklin e Beyoncé, respectivamente, a de Donald Trump teve o grupo de rock “3 Doors Down”

        Notícia ao Minuto

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          Quando você abre seu coração para o patriotismo, não há espaço para preconceito’, diz republicano em seu primeiro discurso como presidente

          Com a mão sobre duas bíblias, Donald Trump presta seu juramento e se torna oficialmente o presidente dos Estados Unidos na tarde desta sexta-feira (20), em Washington.

          O casal Trump chegou a Capitólio, local onde é realizada a cerimônia de posse, juntamente com o seu antecessor Barack Obama e sua mulher Michelle.

          Melania Trump foi apresentada primeiro e entrou acompanhada da mulher do vice-presidente, Karen Pence. Na sequência, entraram Obama e seu vice, Joe Biden.

          Em seguida, o vice-presidente eleito, Mike Pence, foi anunciado. E, logo adiante, veio a estrela da noite, o presidente Donald Trump, que iniciou o seu juramento.

          Trump tomou posse e se tornou oficialmente o novo presidente dos Estados Unidos após o disparo de tiros de canhões, que oficializaram o momento.

          DISCURSO

          No seu primeiro discurso como presidente dos Estados Unidos, Trump reforça declarações de sua campanha eleitoral. “Vamos seguir duas simples regras: compre coisas americanas, e empregue americanos.” E afirma ser direito de todas as nações colocar seus interesses à frente.

          Quando você abre seu coração para o patriotismo, não há espaço para preconceito.”

          Sobre o terrorismo, o republicano garantiu que vai intensificar a luta contra o terrorismo islâmico, que, segundo ele, será erradicado.

          Alfinetando o seu antecessor, Trump diz que “o tempo de falas vazias está acabado. Agora chegou a hora da ação”. “Nosso país irá prosperar novamente”, completou.

          A todos os americanos, em todas as cidades, pequenas ou grandes, ouçam essas palavras: vocês nunca serão ignorados novamente. (…) Sua voz, suas esperanças e seus sonhos irão definir o destino americano.”

          O novo presidente dos Estados Unidos encerrou o seu discurso dizendo que o país voltará a prosperar.

          Juntos, vamos fazer a América grande novamente. Obrigada, Deus os abençoe, e Deus abençoe a América.”

          Notícia ao Minuto

           

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          Durante a cobertura da posse do presidente americano Donald Trump, na última quinta-feira (19), a correspondente da Globo News, Carolina Cimenti, entrevistou o humorista brasileiro, Rodrigo Scarpa, o Vesgo do “Pânico na TV”, acreditando se tratar de um americano.

          A entrevista foi ao ar, e a repórter não se deu conta em nenhum momento que estava sendo enganada. “Tem até americano brincando de ser Donald Trump aqui perto de mim”, disse ao vivo.

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          om a posse do presidente Donald Trump em 20 de janeiro próximo, o governo brasileiro pretende intensificar as relações com os Estados Unidos visando a ampliar o comércio bilateral, resolver questões que permitam aumentar os investimentos norte-americanos no Brasil e acelerar a cooperação entre os dois países em projetos nas áreas de defesa e de energia, disse o embaixador do Brasil em Washington, Sergio Amaral, em entrevista ao programa Revista Brasil, transmitido pela Rádio Nacional de Brasília, Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional da  Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.

          “Temos uma presença nos Estados Unidos que está muito aquém da nossa potencialidade e do que somos”, acrescentou o embaixador. Sergio Amaral disse que, desde que assumiu o posto de embaixador em Washington, em setembro do ano passado, ficou impressionado com a “subrepresentação” do Brasil em setores importantes da vida norte-americana, particularmente o Congresso Nacional.

          Segundo o embaixador, o Congresso norte-americano, que tem maioria republicana, vai desempenhar, nos próximos anos, papel “muito importante” no futuro dos Estados Unidos. Por essa razão, disse ele, o Brasil precisa aproveitar o momento para “ter maior proximidade”, para discutir os assuntos de seu interesse e apresentar propostas que aproximem os dois países.

          Em um contexto de relações internacionais em que o Brasil não é parte de nenhum problema levantado por Donald Trump, durante a sua campanha eleitoral, as propostas brasileiras “são muito positivas”, de acordo com o embaixador. Ele disse que, além do Congresso, o Brasil pretende aprofundar relações também com o setor acadêmico e do pensamento norte-americano.

          De acordo com o embaixador, a comunidade brasileira que vive nos Estados Unidos também pode ter papel relevante em uma maior aproximação do Brasil com os Estados Unidos. “São 1 milhão e 100 mil pessoas, que estão presentes em várias cidades, em várias regiões, são ativas, participam da vida comunitária, e podem ser um ativo quando buscamos aproximação maior com os congressistas. Porque nas suas comunidades elas já têm um peso político que pode se traduzir em questões de interesse do Brasil.”, acrescentou Amaral.

          Convergência

          Ao falar sobre o anseio que existe em ambos os países para o aumento do comércio, o embaixador afirmou que, atrás dos problemas que surgem, há oportunidades. “Muitas pessoas e países estão preocupados com as restrições do novo governo em relação ao Tratado de Cooperação Transpacífica, que aparentemente não vai ser ratificado, ou muito provavelmente não vai ser ratificado”.

          “Isso, para nós, não é necessariamente um problema”, disse Sergio Amaral. E acrescentou: “Não éramos participantes desse processo de negociação. Acho até que, se não houver esse Acordo Transpacífico, será mais natural que as duas grandes regiões – a da América do Sul, do lado do Atlântico – que tem o Mercosul, e a da América do Sul – que está do lado do Oceano Pacífico, organizada em torno desse acordo Transpacífico – se aproximem mais e promovam um processo de convergência da América do Sul”.

          O embaixador Sergio Amaral disse que toda grande mudança pode apresentar dificuldades. “Felizmente, no caso atual, essas dificuldades não são grandes. Mas elas apresentam muito boas oportunidades que temos de saber aproveitar”.

          Donald Trump

          O embaixador brasileiro também analisou as razões que levaram Donald Trump a ganhar as eleições para a presidência dos Estados Unidos. Ele disse que a vitória de Trump representa uma série de mudanças que ocorrem não só nos Estados Unidos, como na Europa. “São mudanças muito grandes que mostram nova posição da sociedade perante o governo. A sociedade não está satisfeita, ela quer mudanças. Ela desenvolveu uma atitude antigoverno, antipolíticos, porque a sociedade está buscando novos caminhos perante essas mudanças. Isso nós notamos muito claramente aqui. O que o presidente Trump fez na sua campanha foi basicamente capturar esse sentimento de insatisfação da sociedade. E soube se comunicar com a sociedade e buscar dar uma resposta a ela”.

          Sobre o receio de muitos países de serem afetados pelas mudanças que Trump pretende imprimir em seu governo, Sergio Amaral afirmou que “não cabe à embaixada avaliar o governo americano”. Ele disse que pode, porém, comentar como essas mudanças podem ou não afetar o Brasil. “Eu digo que, de forma geral, somos pouco afetados por essas mudanças. O Brasil não é parte de nenhum dos problemas que foram levantados na campanha. na área de comércio, não temos grande superávit com os Estados Unidos. Temos é um déficit de ano a ano de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões”.

          Em sua análise, Sergio Amaral observou que o Brasil não está capturando investimentos nos Estados Unidos em detrimento do trabalhador americano. “Ao contrário, nós investimos aqui até uma soma expressiva, US$ 24 bilhões nos últimos anos, e estamos gerando empregos aqui. Não somos um problema nem na área de tráfico de drogas, nem de armas, nem mesmo de terrorismo. A nossa contribuição à relação Brasil-Estados Unidos é positiva”, finalizou.

          Agência Brasil

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            ‘É uma grande honra. Isso significa muito’, disse o republicano em entrevista à emissora NBC

            O presidente eleito dos Estado Unidos, Donald Trump, foi escolhido pela revista americana Time como a personalidade do ano. O magnata agradeceu e disse se sentir honrado.

            “É uma grande honra. Isso significa muito” declarou o republicano em entrevista ao programa Today Show, da NBC.

            Com uma campanha eleitoral marcada por polêmicas, Trump já trabalha a todo vapor para assumir a liderança do país.

            Na mesma entrevista, ele reconheceu que o país está dividido e prometeu fazer grandes anúncios ainda nesta quarta-feira (7), de acordo com O Globo.

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            O empresário Roberto Justus admitiu, nesta segunda-feira (21), se candidatar à presidência da República em 2018, de acordo com a Coluna do Estadão. “Depois do Donald Trump e do João Doria todo mundo que fez o reality show Aprendiz virou candidato. Eu não admitia nem a possibilidade, porque eu não sou político. Mas já não descarto. Se for bom para o País, eu posso sim ser candidato”.
            Justus não é filiado a nenhum partido político, mas diz que várias legendas estão flertando com ele. Em conversa com a Coluna do Estadão, afirmou que prefere manter os nomes em sigilo.
            O empresário participou hoje da primeira reunião do Conselhão com o presidente Michel Temer. Ele disse que se surpreendeu com a eficiência da reunião, o que chegou a desconfiar por ter um número grande de pessoas envolvidas.
            Bocão News