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diz pesquisa

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Roupas, calçados e acessórios são os objetos do desejo dos consumistas por impulso. Pesquisa nas capitais do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) revela que seis em cada dez consumidores aproveitam as facilidades do crédito para fazer compras não planejadas. Os três tipos de produtos lideram as compras, com 19% de preferência.

As compras em supermercados representam 17%, perfumes e cosméticos, 14%, e bares e restaurantes, 13%. A compra de peças de vestuário e acessórios são feitas na maior parte pela parcela feminina de entrevistados (23%), sendo a compra de produtos eletrônicos o destaque entre os homens (13%).

“A regra de bolso diz que o consumidor não deve comprometer mais do que 30% da própria renda com prestações.

Dependendo da realidade financeira, essa porcentagem pode ser ainda menor em certos casos. Consumidores menos atentos podem ser iludidos pelos valores baixos das parcelas e pelos prazos a perder de vista. A falsa sensação de comprar sem pagar nada, que o crédito proporciona, tende a levar consumidores desinformados ao superendividamento e à inadimplência”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Para 33% dos entrevistados, as lojas online são o canal de venda que mais estimula a compra por cartão de crédito, sendo que 15% preferem o maior número de prestações possíveis na hora de acertar a compra. Eles também sentem facilidade ao dividir o pagamento em várias vezes em lojas de departamento (23%), supermercados (13%) e shopping centers (12%).

O cartão de crédito aparece como pagamento favorito na hora de parcelar, com 66% citações. O crediário vem em segundo lugar, mas com apenas 13% de menções. O financiamento aparece logo depois com somente 4% de preferência. O cheque pré-datado foi citado por 1% dos entrevistados.

A pesquisa também mostrou que mais da metade (53%) dos consumidores enfrentaram alguma situação em que o comerciante impôs dificuldades em aceitar certa modalidade de pagamento. Os meios que mais sofreram rejeição foram o crediário (33%) e o cheque pré-datado (29%).

Quando perguntados sobre como preferem fazer a maior parte dos pagamentos, um em cada dez (9%) consumidores disse que sempre prefere parcelar, independentemente das condições. Há ainda 14% que optam pelo parcelamento se as parcelas não pesarem no bolso. Outros 41% sempre pagam à vista, enquanto 34% só pagam em dinheiro ou cartão de débito se houver algum desconto vantajoso.

Parcelamento

No último mês de fevereiro, 38% dos brasileiros fizeram alguma compra parcelada, sendo que, na média, foram três compras a prazo por consumidor. Entre os que dividiram as compras, a média de prestações ficou entre cinco e seis. Se considerados os três meses anteriores à pesquisa, no entanto, 58% dos consumidores têm evitado se endividar com crédito, especialmente no cartão de crédito parcelado (29%) e no crediário (16%).

A pesquisa ainda mostrou que, no último mês de fevereiro, 36% dos consumidores disseram ter recebido alguma oferta de desconto caso pagassem por uma determinada compra em dinheiro em vez do débito ou alguma modalidade a prazo.

A maior parte (52%) dos consumidores, contudo, afirmou não ter recebido esse tipo de oferta.

A pesquisa ouviu 910 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais e acima de 18 anos nas 27 capitais do país.

Agência Brasil

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O Brasil é o país em que há maior desconfiança em relação ao trabalho do governo para regulamentar o ambiente de inovação dentre 20 nações pesquisadas pela GE.

Segundo levantamento da multinacional que será divulgado hoje, 91% dos executivos ouvidos no País dizem acreditar que o governo não consegue acompanhar o ritmo das inovações – a média global é de 68%.

Os Emirados Árabes Unidos e o Canadá são os menos descrentes, com 41% e 51% dos entrevistados, respectivamente, dizendo que o governo não tem capacidade para regulamentar as inovações na velocidade adequada.

 O levantamento mostra ainda que o Brasil tem um ambiente menos favorável à inovação do que a média global.

Enquanto 43% dos entrevistados afirmam perceber a existência de um ecossistema propício no País, a média global é de 48%. Para países como Estados Unidos e China, os números alcançam 85% e 73%.

Um ambiente que ajuda as empresas a inovarem fortalece também o crescimento delas.

O diretor do centro de inovação da EY (antiga Ernst Young), Denis Balaguer, lembra que, no Brasil, há entraves na própria lei de propriedade intelectual que dificultam a inovação. “O País não tem patente para softwares, por exemplo. Isso desestimula.

E os softwares vão ser a principal matéria da economia nos próximos anos”, diz. Balaguer acrescenta que pode haver também uma contaminação da percepção que os empresários têm do andamento em Brasília das reformas econômicas em geral para o segmento específico da inovação.

“A falta de agilidade no Congresso contagia a percepção.” A presidente da GE no Brasil, Viveka Kaitila, aponta como principais desafios para a inovação no País as dificuldades de financiamento e a falta de profissionais talentosos especializados. “Há ainda um terceiro fator, o risco.

O investimento em inovação nem sempre traz o resultado que se espera.

Em um momento de recessão, isso se torna mais difícil”, afirma. Viveka destaca que a China é o exemplo contrário ao Brasil. Lá, houve um plano de governo de longo prazo para favorecer a inovação.

Segundo a pesquisa da multinacional, em 2014, apenas 24% dos chineses afirmavam que havia no país um ambiente propício. Hoje, são 73%. No Brasil, também houve uma melhora no indicador, mas menor – de 14% para 43%.

 

Protecionismo: Apesar de a teoria econômica indicar que empresas de países abertos tendem a inovar mais incentivadas pela concorrência global, o levantamento da GE mostra que grande parte dos executivos prefere um ambiente protegido.

Dos 2.090 entrevistados em todo o mundo, 55% afirmaram que uma política protecionista na área de inovação seria benéfica aos negócios.

Entre os que defendem essas medidas, destacam-se os Emirados Árabes (71%) e a Suécia (65%). O Brasil aparece com 51%, menos que a média global.

Para Viveka, essa posição dos executivos também foi surpreendente.

Uma das explicações possíveis, afirma ela, seria que empresas de porte menor podem preferir um mercado menos aberto. Entre os que defendem o protecionismo, 86% dizem que essas políticas dão vantagens competitivas às empresas domésticas e 73% concordam que beneficiam a força de trabalho.

No Brasil, a GE ouviu 150 executivos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o nome que mais aparece em notícias falsas publicadas no Brasil. A conclusão é de uma pesquisa da revista ‘Veja’.

O presidente Michel Temer e o juiz federal Sergio Moro aparecem em segundo e terceiro lugar no ranking de mais citados em fake news, respectivamente.

Segundo a pesquisa, 73% das publicações falsas a respeito de Lula têm viés negativo, 20% são positivas e 7% são neutras.

A pesquisa contabilizou um total de 116 textos inverídicos sobre o petista a respeito do petista. Temer foi alvo de 77 publicações falsas, sendo 92% negativas, 4% positivas e 4% neutras.

Moro é personagem de 59 boatos, sendo 53% negativos, 37% positivos e 10% neutros. A lista dos mais citados é completada por Gilmar Mendes (4º lugar); Aécio Neves (5º), Dilma Rousseff (6º), Jair Bolsonaro (7º), Cármen Lúcia (8º), Sérgio Cabral (9º) e Jean Wyllys (10º).

Destes, somente Bolsonaro registra número maior de notícias falsas de viés positivo: são 67%, contra 22% negativas e 11% neutras. Já Jean Wyllys tem 100% de notícias negativas.

O levantamento analisou cerca de 12 000 postagens de doze páginas do Facebook conhecidas por divulgar mentiras falsas. Destas, foram isoladas as que geraram maior número de reações e compartilhamentos.

Voz da Bahia

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Fé no amor que o hexa vem! Um levantamento de dados mostrou que Neymar, 25, fez mais gols pela seleção brasileira enquanto namorava Bruna Marquezine, 22.

A pesquisa, feita e divulgada pelo Instituto Mercado Popular, deu mais um motivo para os brasileiros torcerem pelo casal #Brumar, que reatou a relação durante a festa de Réveillon em Fernando de Noronha.

O gráfico considera o período de Neymar na Europa, desde 2013.

A pesquisa, contabilizou a quantidade de gols que o jogador fez pela Seleção Brasileira, por jogo. E, no período em que namorava Bruna Marquezine, seu desempenho foi relativamente melhor.

Enquanto estavam juntos, Neymar marcava uma média de 0,8 gols por partida. No período em que estiveram separados, o jogador marcou uma média de 0,5 gols por partida.

Segundo o Mercado popular, a diferença é de 0,26 gols por partida.

Levando em conta os números da pesquisa, também se pode concluir que o desempenho do craque foi 32% melhor quando estava com a atriz. Em ano de Copa do Mundo, essa é, no mínimo, uma notícia muito boa.

Notícias ao Minuto

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    Cada pessoa vivencia a felicidade de um modo diferente. No entanto, o dinheiro é um fator que influencia isso.

    Uma nova pesquisa publicada no periódico “Emotion”, repercutida pela revista “Time”  e pela “Época”, mostra que pessoas com uma renda elevada tendem a sentir mais emoções positivas focadas nelas mesmas. Já aquelas que ganham menos encontram mais prazer nas suas relações com outras pessoas.

    O estudo, que foca nos diferentes tipos de felicidade e em como a classe social pode afetá-los, entrevistou cerca de 1,5 mil adultos norte-americanos.

    “Os que ganham mais dinheiro foram mais propensos a viver aquela felicidade derivada de suas próprias realizações”, afirmou Paul Piff, professor-assistente de psicologia da Universidade da Califórnia em Irvine e o principal autor do estudo.

    Notícias ao Minuto

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      Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal.

      Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017.

      Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas.Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais.

      Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram. Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

      Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

      Brasileiro vai comprar entre quatro e cinco presentes; gasto médio será de R$ 103,83 por item adquirido

      Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes – no ano passado, esse número era de quatro aquisições.

      O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar, em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59.

      Nas classes A e B, o valor desembolsado no total de presentes sobe para R$ 630,96 e cai para R$ 414,25 entre as pessoas da classe C. Há, contudo, uma parcela considerável de 43% de consumidores que ainda não se decidiu quanto ao valor a ser desembolsado.

      Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

      Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2017 que no de 2016, um quarto (25%) garante que irá adquirir um presente melhor, enquanto 17% reclamam do aumento dos preços. Há ainda, 14% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos.

      Em contrapartida, quase um terço (32%) dos consumidores que planeja diminuir os gastos dá como justificativa a situação financeira ruim e o orçamento mais apertado. Outros 23% querem economizar, enquanto 13% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel.

      64% estão animados com Natal; falta de hábito, pouco dinheiro e desemprego estão entre as razões para não presentear

      Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal.

      Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

      De acordo com a pesquisa, 64% dos consumidores se declaram empolgados com o Natal, contra 27% de consumidores que estão desanimados ou menos empolgados que na mesma data do ano passado. “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal.

      Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

      83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

      Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

      Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

      Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

      Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016.

      Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

      Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.

      Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

      Roupas serão os produtos mais procurados no Natal e os filhos os mais agradados com presentes

      De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data.

      Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

      No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

      Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

      52% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, até o próximo Dia das Mães

      Neste ano, o pagamento à vista será o meio mais utilizado pela maioria dos entrevistados ouvidos (52%), seja em dinheiro (34%) ou no cartão de débito (19%). Os que vão se utilizar de alguma modalidade de crédito somam 43% dos compradores, sendo que o cartão de crédito parcelado lidera, com 31% de menções, seguido do cartão de crédito em parcela única (9%) e do crediário (2%).

      Na média, as compras parceladas serão divididas em cinco vezes. Isso significa que esses consumidores vão comprometer parte de sua renda com prestações natalinas que só deverão ser totalmente quitadas na Páscoa ou no mês do Dia das Mães.

      “O brasileiro chega ao fim deste ano com a impressão de que o pior momento da recessão ficou para trás, mas deve ter cuidado em não dividir compras com prestações a perder de vista.

      Se a inflação controlada e a queda dos juros servem de alento, os altos níveis de desemprego ainda são um problema. É hora de controlar gastos, organizar prioridades e conduzir o orçamento de modo responsável, sem se levar pelo emocional ou assumir compromissos acima da capacidade”, orienta a economista Marcela Kawauti.

      Metodologia

      Inicialmente foram ouvidos 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal.

      A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

      Com informações do SPC Brasil.

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      Dados divulgados pelo Barômetro Político, pesquisa que é realizada mensalmente pelo instituto Ipsos, apontam que o índice de desaprovação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu de 66% para 59% neste mês de setembro em comparação com o mês passado.

      O estudo aponta ainda que o percentual da sociedade que aprova o petista subiu de 32% para 40%, a maior alta registrada em dois anos de levantamento.

      Já o juiz federal  Sérgio Moro, que condenou Lula a 9 anos e seis meses de prisão bateu o recorde de desaprovação desde 2015: 45% dos entrevistados não aprovam o juiz.

      As entrevistas foram feitas entre os dias 1º e 14 deste mês, dias que antecederam e sucederam o depoimento do ex-ministro da Fazenda de Lula e da Casa Civil de Dilma Rousseff Antonio Palocci. No último dia 6, Palocci afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um “pacto de sangue” no qual a Odebrecht se comprometeu a pagar R$ 300 milhões em propinas ao PT entre o fim do governo Lula e os primeiros anos do Dilma.

      A pesquisa também colheu as impressões das pessoas sobre o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato à Presidência em 2018. Conforme os dados, o percentual de rejeição ao deputado subiu de 56% para 63%, sendo a pior taxa em dois anos.

      A parcela que o aprova  caiu de 21% para 19%.

      Voz da Bahia

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      Cerca de 25 milhões de brasileiros, com mais de 16 anos, têm dor de barriga ou diarreia frequente (várias vezes ao ano), que tentam tratar com medicamentos caseiros (38 por cento do total), no posto de saúde mais próximo (27 por cento) ou remédios sem prescrição médica (25 por cento).

      Estes são alguns dos resultados da pesquisa DATAFOLHA, patrocinada pela biofarmacêutica AbbVie, sobre “Hábitos de Saúde do Brasileiro – Conhecimento sobre Doenças Intestinais”, realizada na primeira quinzena de abril de 2017, em todo o país. Para a pesquisa, o Instituto DATAFOLHA entrevistou, nesse período, 2.065 pessoas, distribuídas em 130 municípios brasileiros, sendo homens (48 por cento) e mulheres (51 por cento) acima de 16 anos de idade. Do total de participantes, a idade média foi de 42 anos de idade, com 48 por cento pertencentes à classe C, sendo 46 por cento casados.

      Os resultados foram apresentados na abertura do IX SIMADDI/II PANCCO, respectivamente Simpósio de Atualização em Doenças Inflamatórias Intestinais/Congresso da Associação Panamericana de Colite e Doença de Crohn, que acontece na cidade de São Paulo, dias 2 e 3 de junho.

      “Virose” – Aproximadamente dois terços dos brasileiros (equivalentes a aproximadamente 101 milhões de pessoas) associam a dor de barriga ou diarreia a uma simples virose e, em segundo lugar, os sintomas foram associados a “vermes” (equivalentes a 85 milhões de pessoas). Poucos associam a dor de barriga frequente e persistente a doenças mais sérias, como câncer (6 por cento), Doença de Chron e Retocolite Ulcerativa (ambas mencionadas por 3 por cento dos entrevistados cada, equivalentes a somente aproximadamente 5 milhões de pessoas) – as duas últimas, doenças inflamatórias intestinais crônicas, que afetam tanto homens quanto mulheres, cujos sinais e sintomas tendem a aparecer e desaparecer e, por isso, o diagnóstico pode ser tardio.

      Ainda segundo a pesquisa, o desconhecimento é mais frequente entre os entrevistados mais velhos, com nível fundamental de escolaridade e pertencentes às classes D/E.

      Quem trata? – Assim como a maioria da população não associa dor de barriga a uma doença séria, também a maioria dos entrevistados não sabe qual especialista procurar, em caso de dor de barriga, ou diarreia, frequente ou persistente: 54 por cento (equivalentes a 85 milhões de pessoas) revelaram que procurariam um clínico geral, ou qualquer médico que o pronto socorro indicasse (25 por cento); somente 10 por cento (aproximadamente 16 milhões de pessoas) mencionaram o gastroenterologista, especialista em doenças intestinais.

      Doenças Inflamatórias Intestinais (DIIs) – Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa são as duas doenças inflamatórias intestinais crônicas, que afetam homens e mulheres indistintamente, principalmente adolescentes e adultos jovens. São de difícil diagnóstico e podem levar os pacientes a hospitalizações frequentes e a necessidade de cirurgias (incluindo amputação do reto). Principais sintomas: dor abdominal e/ou diarreia frequentes e persistentes, urgência para evacuar; em alguns casos com sangue nas fezes.

      O diagnóstico acontece geralmente por volta dos 30 anos de idade e a origem das DIIs ainda não é totalmente conhecida – sabe-se que pode haver predisposição genética e que o meio ambiente exerce papel importante em seu desencadeamento, sendo mais comum em centros urbanos e/ou industrializados.

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        O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), saiu à frente do governador Rui Costa (PT) em uma pesquisa de intenções de votos para a eleição estadual de 2018, feita pelo Instituto Paraná, sob encomenda da Record Bahia, e divulgada nesta quarta-feira (7).

        De acordo com o levantamento, o democrata, que cogita participar do pleito, venceria no primeiro turno, com 54,5%, contra 24,1% do petista.

        No cenário, o senador Otto Alencar (PSD) pontuou com 4,7% e Fábio Nogueira (PSOL), com 2,9%. Entre os entrevistados, 4,3% estão indecisos e 9,5% não escolheriam nenhum dos candidatos listados.

        Em outro cenário, sem Otto, Neto manteria a ponta e cresceria para 56,4%, seguido de Rui, com 25,8%. Nogueira marcaria 3,1%, enquanto 10,6% das pessoas pesquisadas não escolheriam nenhum dos postulantes.

        O porcentual de indecisos permaneceria o mesmo: 4,3%.

        Outra simulação: Sem Rui e com o senador do PSD, mostra ACM Neto com 65,3%. Otto marcaria 10,6% e Nogueira 4,5%.

        No panorama, 5,1% não saberiam em quem votar e 14,4% não escolheriam nenhuma das opções.  Sem Neto, Rui venceria com 47,2%, mas haveria segundo turno.

        Otto teria 13,8% das intenções de votos e o socialista 5,7%. Os indecisos seriam 7,5%, enquanto 25,8 não votariam em ninguém.

        Um possível segundo turno entre o governador e o prefeito também foi proposto na consulta.

        O chefe do Executivo de Salvador venceria o rival por 58,4% a 28,8%. Os indecisos seriam 3,9% e 8,9% não votariam em ambos.

        A pesquisa entrevistou 1.510 pessoas em 70 cidades no estado, entre os dias 31 de maio e 4 de junho.

        A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos.

        Bahia.Ba