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Coreia do Norte

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O anúncio de última hora da Coreia do Norte de que irá enviar uma grande delegação para a Olimpíada de Inverno na Coreia do Sul, no próximo mês, aliviou preocupações sobre qualquer ameaça de Pyongyang durante os Jogos, mas cria dores de cabeça para organizadores por conta de acomodações e segurança.

A Coreia do Norte anunciou sua participação na terça-feira, após as primeiras conversas intercoreanas em dois anos, aliviando tensões por ora de que Pyongyang poderia testar outro míssil de longo alcance durante a Olimpíada.

A Coreia do Norte realizou uma série de testes de mísseis durante o ano passado e provocou temores de conflito na dividida península.

Por trás das cortinas, a logística de receber centenas de autoridades, atletas, líderes de torcida e artistas da Coreia do Norte é um desafio para ambos os lados, segundo autoridades e analistas.

Além da questão básica de assegurar transporte e acomodações, autoridades sul-coreanas precisam garantir que a Olimpíada siga sem problemas. Isto também significa impedir qualquer controvérsia sobre os visitantes norte-coreanos, incluindo protegê-los de possíveis ataques de grupos extremistas sul-coreanos.

O Ministério da Unificação da Coreia do Sul informou na quarta-feira que espera realizar conversas de nível operacional em breve para definir detalhes da visita.

Ryu Se-yeong, chefe da Allami Korea, uma das companhias privadas de segurança contratadas para os Jogos, disse estar preocupado com a falta de tempo para preparação da segurança adicional aos norte-coreanos, veículos e locais para abrigar os visitantes.

“Alguns dos hotéis estão totalmente reservados. Estou preocupado sobre onde iremos acomodar um número tão grande de norte-coreanos. Não é fácil conseguir acomodações decentes próximas aos estádios”, disse Ryu.

A polícia da Coreia do Sul começou preparativos com base em experiências passadas, que podem ser atualizadas assim que a Coreia do Norte fornecer seus planos detalhados, informou uma autoridade da Agência de Política Nacional da Coreia do Sul.

Com Pyongyang e Seul esperando usar a Olimpíada para significar um degelo em relações intercoreanas, ambos governos compartilham temores de que um membro da delegação possa tentar desertar.

“A Coreia do Norte irá escolher e enviar pessoas verificadas de sua classe principal”, disse Kim Kwang-jin, um desertor norte-coreano e pesquisador no Instituto para Estratégia de Segurança Nacional.

“A Coreia do Norte também é esperada para dividir sua delegação em grupos e pedir para eles monitorarem e controlarem uns aos outros, para que ninguém possa deixar o grupo”, disse.

A Olimpíada será uma “boa oportunidade” para a Coreia do Norte implantar espiões na Coreia do Sul, e contatar outros espiões que já operam no país vizinho, acrescentou.

Respondendo a isto, um porta-voz do Ministério da Unificação disse à Reuters: “Nós iremos tentar o nosso melhor para garantir segurança e proteção para que a Olimpíada aconteça sem problemas”.

Atletas norte-coreanos já participaram anteriormente três vezes em eventos poliesportivos internacionais sediados pela Coreia do Sul –em 2002, 2003 e 2014– mas todas estas visitas foram programadas com mais tempo de antecedência.

Terra

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    © REUTERS/ KCNA

    A Coreia do Norte poderia, em breve, realizar um novo teste de seu mais recente míssil balístico lançado por submarino (SLBM), informou o diário sul-coreano Dong-A Ilbo.

    Uma fonte do governo sul-coreano confirmou na última quinta-feira que “uma série de sinais” foram detectados, sugerindo que “o Norte está se preparando para lançar um novo SLBM chamado Pukguksong-3”.

    “Embora não possamos dizer que existe um teste iminente, estamos monitorando de perto usando os meios de vigilância conjunta da Coreia do Sul e dos EUA devido ao aumento das atividades”, acrescentou a fonte.

    Por sua vez, a mídia japonesa também informou sobre um possível lançamento de um SLBM. De acordo com o jornal Tokyo Shimbun, o governo de Kim Jong-un poderia testar rapidamente Pukguksong-3, que está prestes a ser concluído.

    Surpresa de Natal

    Alguns analistas consultados por Dong-A Ilbo aumentam a possibilidade de a Coreia do Norte fazer a nova versão durante as férias de Natal nos EUA para maximizar o impacto.

    De acordo com o jornal, com o mesmo objetivo, Pyongyang escolheu o horário da tarde (horário dos EUA) — quando os cidadãos dos EUA estão realizando suas atividades diárias — para o lançamento de seu míssil balístico intercontinental Hwasong-15 no dia 29 de novembro.

    “Mudança de jogo”

    O jornal sul-coreano observa que o SLBM é considerado pela Coreia do Norte uma “mudança no jogo” para um possível conflito militar com os EUA, uma vez que permitiria que Pyongyang lançasse um míssil nuclear a partir de um submarino contra os EUA, mesmo depois que Washington atormentou o país em resposta a um ataque de mísseis intercontinentais.

    Se Pyongyang fizer um teste surpresa no Natal, isso pode intensificar significativamente o medo dos americanos, conclui a mídia sul-coreana.

    Em agosto de 2016, a Coreia do Norte testou com sucesso o Pukguksong-1. Em fevereiro de 2017, lançou o Pukguksong-2, um SLBM aprimorado. No final de outubro deste ano, foi relatado que Pyongyang havia testado um novo motor de combustível sólido, em um sinal de que estava desenvolvendo o Pukguksong-3.

    Também em outubro, a inteligência militar dos EUA detectou sinais de construção de um novo lançador de mísseis balísticos submarinos no estaleiro Sinpo, na costa leste da Coreia do Norte. Sputnik

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      AP foto/ Alex Brandon

      Na quarta-feira (24), o representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, desmentiu a informação divulgada pela mídia segundo a qual a China teria pedido aos EUA 100 dias para exercer pressão econômica sobre a Coreia do Norte.

      Mais cedo, o jornal japonês Asahi tinha informado que esse assunto fora discutido no decurso do encontro entre os presidentes dos EUA, Donald Trump e da China, Xi Jinping.

      “Essa informação não corresponde à realidade”, declarou Lu Kang, respondendo a uma questão dos jornalistas sobre o tema.

      Segundo dados de Asahi, os EUA insistiram na introdução de medidas mais rigorosas em relação à Coreia do Norte, visto que 90% do comércio exterior norte-coreano é feito com a China. Caso Pequim não o fizesse, Washington ameaçou alargar as sanções impostas contra a Coreia do Norte às empresas e instituições financeiras chinesas que cooperam com este país. Nesse caso, as empresas não conseguiriam fazer negócios com os seus parceiros norte-americanos. Em resposta, a China pediu aos EUA para que lhe dessem um prazo de 100 dias — semelhante àquele que foi acordado para o comércio exterior. Sputnik

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        REUTERS/ Blue House/Yonhap

        O novo presidente sul-coreano já começou a dialogar com os vizinhos sobre a situação da Coreia do Norte. Com uma postura mais flexível que os governos anteriores, Moon Jae-in afirmou que diálogo e sanções são a saída para a crise.

        Antigo advogado de direitos humanos, Moon tomou posse nesta quarta-feira (11) e afirmou em seu primeiro discurso como mandatário que irá tratar da tensão na península coreana imediatamente.

        A primeira conversa de Moon foi com presidente chinês Xi Jinping. O diálogo foi sobre como lidar com o desenvolvimento do programa nuclear da Coreia do Norte.

        “A resolução da questão nuclear da Coreia do Norte precisa de uma resposta compreensiva e sequencial, com pressão e sanções em paralelo às negociações”, disse Moon a Xi Kinping, segundo o porta-voz  Yoon Young-chan.

        Moon afirmou que estaria disposto a visitar Pyongyang “sob as condições certas”. A posição do novo presidente contrasta com a política de Trump, que afirma que a Coreia do Norte deve abandonar seu programa nuclear antes de voltar a negociar.

        Ainda assim, Trump, que conversou com Moon no dia de sua posse, também já disse que poderia visitar Kim Jong-un.

        “As ameaças do programa de mísseis e do programa nuclear da Coreia do Norte entraram em um novo estágio”, disse o primeiro-ministro Shinzu Abe, de acordo com seu chefe de gabinete.

        Abe ainda afirmou que o “diálogo pelo diálogo” seria infrutífero e pediu uma demonstração “concreta e sincera” das intenções de Pyongyang. Sputnik

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        Foto: reprodução

        Segundo o presidente dos Estados Unidos, o encontro poderia acontecer “sob as circunstâncias certas”.

        O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou nesta segunda-feira que “ficaria honrado” em conhecer o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, “sob as circunstâncias corretas”. A declaração do líder americano acontece em meio a uma escalada de tensão entre os dois países nos últimos meses.

        “A maioria dos políticos nunca diria isso”, afirmou Trump sobre sua disposição em realizar o encontro inesperado. “Mas eu digo que, sob as circunstâncias certas, eu me encontraria com ele”, completou em entrevista à agência de notícias americana Bloomberg.

        Os Estados Unidos não têm quaisquer relações diplomáticas com a Coreia do Norte. Na semana passada, o secretário de Estado americano Rex Tillerson afirmou que seu país pretende negociar com o regime de Kim Jong-un caso o país tome medidas significativas e verdadeiras para acabar com seus programas de armas nucleares e testes com mísseis balísticos. Veja

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          © Fournis par RFI

          A Coreia do Norte realizou mais um teste de míssil balístico neste sábado (29), no momento em que Washington acentua sua pressão para enfrentar a “ameaça nuclear” norte-coreana.

          O teste, porém, teria fracassado, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap. O míssil teria alcançado 71 km antes de explodir.

          O presidente americano, Donald Trump, qualificou no Twitter de “falta de respeito aos desejos da China e de seu altamente respeitado presidente o lançamento, sem sucesso, de um míssil hoje”.

          EUA pressionam ONU

          O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, propôs uma campanha de pressão sem precedentes para forçar a Coreia do Norte a cancelar seu programa nuclear e balístico.

          “Não agir agora diante do problema de segurança mais imediato do mundo pode ter consequências catastróficas”, disse o chefe da diplomacia americana, durante uma reunião ministerial dos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU.

          “A ameaça de um ataque nuclear contra Seul e Tóquio é real e, provavelmente, trata-se de uma questão de tempo até que a Coreia do Norte desenvolva a capacidade para atacar o território americano”, declarou o secretário de Estado.

          Tillerson destacou no Conselho que “não há razão” para pensar que Pyongyang mudará seu rumo diante das atuais sanções multilaterais: “Chegou o momento de todos exercerem pressão sobre a Coreia do Norte para que abandone este perigoso caminho. Todas as opções devem permanecer sobre a mesa”.

          O secretário de Estado reiterou seu pedido a China, maior parceiro comercial da Coreia do Norte, para que exerça “sua influência econômica” a fim de obrigar Pyongyang a abandonar seus programas armamentistas. RFI

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            FILE PHOTO: The U.S. aircraft carrier USS Carl Vinson transits the Sunda Strait, Indonesia on April 15, 2017. Sean M. Castellano/Courtesy U.S. Navy/Handout via REUTERS/File photo

            Por Ben Blanchard e Ju-min Park

            PEQUIM/SEUL (Reuters) – O presidente da China, Xi Jinping, pediu que todos os lados demonstrem cautela durante um telefonema ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Coreia do Norte nesta segunda-feira, enquanto o Japão realiza exercícios com o grupo de ataque de um porta-aviões norte-americano que ruma para águas coreanas.

            Trump enviou o grupo de ataque para manobras no litoral da península coreana devido aos temores crescentes de que os norte-coreanos realizem outro teste nuclear em desafio a sanções da Organização das Nações Unidas (ONU).

            Irritada com a aproximação do grupo de ataque do porta-aviões USS Carl Vinson, a desafiadora Coreia do Norte disse nesta segunda-feira que a movimentação é “um ato extremamente perigoso daqueles que planejam uma guerra nuclear para invadir”.

            Resultado de imagem para Porta-aviões dos EUA segue para águas coreanas; China pede cautela

            “Os Estados Unidos não deveriam perder o controle, mas analisar cuidadosamente qualquer consequência catastrófica de seu ato militar provocador tolo”, disse o Rodong Sinmun, jornal oficial do governista Partido dos Trabalhadores, em um comentário nesta segunda-feira.

            “A única coisa diante dos agressores são cadáveres”, afirmou.

            Dois destróieres japoneses se uniram ao grupo de ataque para exercícios no oeste do oceano Pacífico, e a Coreia do Sul disse nesta segunda-feira que também está negociando a realização de exercícios navais conjuntos.

            Os EUA e seus aliados temem que Pyongyang esteja se preparando para realizar outro teste nuclear ou lançar mais mísseis balísticos.

            A China é a única aliada da Coreia do Norte, mas tem expressado revolta com seus programas nuclear e de mísseis e frustração com a beligerância do regime. Reuters

             

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              Sputnik/ Ilia Pitalev

              As Forças Armadas da Coreia do Norte mostram-se prontas a combater e ameaçam afundar o navio americano USS Carl Vinson.

              Há pouco, se tornou público que a Marinha japonesa irá iniciar manobras navais conjuntas com o porta-aviões da Marinha americana no oceano Pacífico.

              “Nossas forças revolucionárias estão prontas para o combate para afundar o porta-aviões americano com um golpe”, escreve o jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Rodong Sinmun, citado pela Reuters.

              Porta-aviões USS Carl Vinson em 15 de abril de 2017

              REUTERS/ SEAN M. CASTELLANO/COURTESY U.S. NAVY

              Autor do artigo compara o porta-aviões americano com um “animal obeso” e declara que o ataque contra ele será um “exemplo do poder militar” da Coreia do Norte.

              Anteriormente, o canal NBC havia informado que os EUA podem levar a cabo um ataque preventivo contra a Coreia do Norte para impedir a realização de mais um teste nuclear de Pyongyang.

              Os EUA enviaram recentemente para a península da Coreia um grupo aeronaval de ataque encabeçado pelo porta-aviões USS Carl Vinson. A Coreia do Norte, tal como em muitas outras ocasiões, ameaçou Washington com um ataque nuclear. Reuters

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                Imprensa norte-coreana afirma, em tom de ameaça, que Estados Unidos e seus aliados ‘não devem mexer’ com eles

                A imprensa estatal da Coreia do Norte voltou a ameaçar a Casa Branca para um “ataque preventivo super poderoso” que poderia “reduzir os Estados Unidos a cinzas”, segundo publicou nesta quinta-feira (20) o jornal Rodong Sinmun, publicação oficial do Partido dos Trabalhadores norte-coreano.

                “No caso de um ataque preventivo super poderoso ser lançado, ele irá destruir completamente e imediatamente não só as forças de invasão dos imperialistas norte-americanas na Coréia do Sul e suas áreas vizinhas, mas os Estados Unidos e reduzi-los a cinzas”, publicou o jornal, segundo a Agência Reuters.

                A publicação norte-coreana escreveu ainda, em tom de ameaça, que os Estados Unidos e seus aliados “não devem mexer conosco”. No fim de semana, o regime de Kim Jong-um divulgou um vídeo propagandístico que mostrava um ataque nuclear simulado que destruía uma cidade americana não identificada. Um cemitério e uma bandeira dos EUA apareciam em chamas no mesmo material.

                A mais nova ameaça de Pyongyang – semelhante a outras feitas no passado – veio após o Secretário de Estado norte-americano Rex Tillerson dizer que Washington deverá aumentar a pressão para que a Coreia do Norte ponha um fim ao seu programa nuclear.

                “Estamos analisando todo o status da Coréia do Norte, tanto em termos de patrocínio estatal do terrorismo como de outras formas pelas quais podemos exercer pressão sobre o regime em Pyongyang para que se volte a se empenhar conosco por meio de uma base diferente das conversações anteriores”, revelou Tillerson, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19).

                No mesmo dia, mas diretamente do porta-aviões nuclear USS Ronald Reagan no Japão, o vice-presidente norte-americano Mike Pence falou em uma reação “esmagadora e eficaz” em caso de qualquer ataque vindo da Coreia do Norte, dizendo ainda que “a espada está pronta”.

                De sua parte, a Casa Branca determinou nesta semana a revisão do programa nuclear dos Estados Unidos para a apresentação de um relatório até dezembro ao presidente do país, Donald Trump. Já as forças militares norte-americanas participaram de novos exercícios ao lado das forças sul-coreanas, o que Pyongyang seguidamente diz significar “uma provocação”

                Notícias ao Minuto

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                REUTERS/ KCNA Vista aérea do Centro da Ciência e Tecnologia em Pyongyang.

                O Centro de Ciência e Tecnologia, lançado recentemente em Pyongyang, não é o único edifício extravagante que pode ser encontrado no país.

                O Centro de Ciência e Tecnologia, lançado recentemente em Pyongyang, não é o único edifício extravagante que pode ser encontrado no país. Parques aquáticos, monumentos, hotéis, edifícios residenciais — estes são apenas alguns exemplos do estilo arquitectónico único da Coreia do Norte. Sputnik

                Foto: REUTERS/ DAMIR SAGOLJ
                O hotel Ryugyong, de 105 andares, o edifício mais alto em construção na Coreia do Norte, atrás de edifícios residenciais em Pyongyang, Coreia do Norte.
                REUTERS/ DAMIR SAGOLJ
                Passageiros de uma estação de metrô visitada por jornalistas estrangeiros durante uma excursão organizada pelo governo em Pyongyang, Coreia do Norte.

                 

                Foto: REUTERS/ KCNA
                O interior do Centro de Ciência e Tecnologia em Pyongyang

                 

                Foto: REUTERS/ DAMIR SAGOLJ
                A parte superior do hotel Ryugyong, de 105 andares em Pyongyang, o edifício mais alto em construção na Coreia do Norte.

                 

                foto: © REUTERS/ KCNA
                O líder norte-coreano, Kim Jong Un, em visita ao Centro da Ciência e Tecnologia em Pyongyang.

                 

                Foto: AFP 2017/ ED JONES
                Cerimônia final do Festival Arirang, realizado no estádio Primeiro de Maio Rungrado, em Pyongyang.

                 

                FOTO: URI TOURS
                O Parque Aquático Munsu em Pyongyang.