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    Crédito de R$75 milhões será destinado ao Hospital Municipal e requalificação do Centro Histórico

     Os vereadores de Salvador aprovaram, na sessão ordinária desta terça-feira (14), por 29 votos a 9, o PL nº 520/17, do Executivo, que pede autorização para contratar operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal, no valor de R$75 milhões. Desse total, R$63 milhões serão destinados à conclusão da obra e aquisição de equipamentos para o Hospital Municipal e os R$12 milhões restantes para requalificação de ruas no Centro Histórico.

    Os vereadores que votaram contra o projeto argumentaram que faltou debate público e planilhas mostrando a necessidade do crédito, lembrando que vários imóveis do Município foram desafetados justamente para a construção do hospital. Segundo o vereador José Trindade (PSL), líder da oposição, faltavam apenas R$13 milhões para a conclusão da obra. “O que será feito com os outros R$50 milhões?”, questionou.

    Além da bancada da oposição, posicionaram-se contrários ao empréstimo os vereadores independentes Edvaldo Brito (PSD) e Hilton Coelho (PSOL), que manifestaram preocupação com a gestão tributária responsável. Marta Rodrigues (PT) protestou contra o fato do projeto “não ter sido sequer submetido aos conselhos da Cidade e de Saúde”. Votaram contra o projeto, ainda, os vereadores Sílvio Humberto (PSB), Hélio Ferreira (PCdoB), Carlos Muniz, Sidninho e Toinho Carolino, do Podemos.

    O líder da bancada do governo, Henrique Carballal (PV), e o vereador Joceval Rodrigues (PPS) rebateram os argumentos da oposição e garantiram que o Município recuperou, na gestão do prefeito ACM Neto, sua capacidade de endividamento.

     O projeto – Localizado em Cajazeiras, o Hospital Municipal terá 200 leitos, sendo 30 de UTI, e capacidade para 60 mil atendimentos mensais. Já o projeto de requalificação contemplará o Terreiro de Jesus, praças no Pelourinho e as praças Municipal, Castro Alves, Cairu, Inglaterra e Marechal Deodoro. Além disso, há intervenções que buscam a valorização do potencial cultural, turístico e do patrimônio edificado, do ordenamento do comércio formal e informal, de maneira a facilitar a circulação de pedestres na praça e a preservação do patrimônio. Secom/Câmara

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      Uma operação contra desvio de dinheiro na Caixa foi deflagrada, na manhã desta terça-feira (14), pela Polícia Federal (PF). Desde o início do dia, 50 agentes cumprem 11 mandados de busca e apreensão. A estimativa é a de que R$ 400 milhões tenham sido retirados do banco com apoio de servidores. Ainda segundo a PF, as fraudes ocorriam via contratos da área de tecnologia.

      Os envolvidos, que ainda não tiveram os nomes divulgados, devem responder por corrupção ativa e passiva e organização criminosa. A ação recebeu o nome de Backbone — expressão que se refere a espinha dorsal de um sistema de rede de computadores. Metro1

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      A partir desta segunda-feira (25), os mutuários terão mais dificuldade em financiar a compra de imóveis usados. A Caixa Econômica Federal reduziu para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento. Atualmente, os clientes poderiam financiar até 60% ou 70% do montante dependendo do tipo de linha de crédito contratada.

      A redução vale para todas as modalidades, como Minha Casa Minha Vida, empréstimos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (que usa recursos da poupança).

      Em nota divulgada na noite dessa sexta-feira (22), o banco informou que o novo limite vigorará para as futuras operações de crédito. As propostas em análise entregues até esta semana continuarão a operar sob os limites antigos, caso o empréstimo seja liberado.

      Responsável por 70% do crédito imobiliário no país, a Caixa informou que a redução dos limites ajusta o capital disponível da instituição financeira às condições do setor, cujo volume de crédito está crescendo neste ano. De maio a julho, o valor das concessões de financiamentos com juros regulados – como os imobiliários – somou R$ 2,4 bilhões, alta de 24% em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril).

      Imóveis novos

      Num cenário de crescimento da demanda por crédito em meio a um capital limitado, a Caixa está dando prioridade aos financiamentos para a aquisição de imóveis novos. Em agosto, o banco tinha reduzido de 90% para 80% do valor da unidade o teto para a compra de imóveis novos e de 90% para 60% ou 70% o limite para a compra de imóveis usados.

      Em maio, a Caixa tinha suspendido para o restante do ano a linha pró-cotista FGTS, que usa recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o financiamento de unidades de até R$ 950 mil e cobra juros de até 8,66% ao ano de trabalhadores com carteira assinada.

      O banco alegou falta de recursos e informou que a linha – a segunda mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida – só será retomada em 2018.

      Agência Brasil

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        A Caixa espera que mais de 4 milhões de pessoas nascidas em janeiro e fevereiro retirem o benefício.

        Uma fila de cerca de 50 trabalhadores se formou em uma agência da Caixa na avenida Paulista, para o primeiro dia de saque das contas inativas do FGTS. A Caixa espera que mais de 4 milhões de pessoas nascidas em janeiro e fevereiro retirem o benefício.

        Até às 8h da manhã, 25 mil pessoas já haviam sacado o dinheiro nos caixas eletrônicos com o cartão do cidadão, segundo a Caixa.

        Mas o começo do saque não foi sem problemas. A Caixa está exigindo que trabalhadores que se dirigem às agências para atendimento presencial apresentem a carteira de trabalho, mesmo aqueles com menos de R$ 10 mil para sacar.

        Daniel Barbosa, 35 anos, diz ter pouco mais de R$ 1.000 para retirar. Ao chegar ao caixa eletrônico, o valor disponível era de apenas R$ 2. Ao solicitar atendimento presencial, foi informado que só poderia ser atendido se tivesse com a carteira de trabalho, mesmo com o sistema de atendimento da Caixa mostrando que ele tinha direito ao valor esperado.

        A Caixa diz que pode haver divergência de cadastro e por isso a obrigatoriedade de apresentar a carteira. Stephanie Santana, 25, aguardava na fila para atendimento dentro das agências. Ela tinha cerca de R$ 400 para retirar, mas, sem cartão do cidadão, precisava do atendimento presencial.

        “Descobri por acaso, no jornal. Pedi demissão quando era mais nova e nem sabia que tinha direito”, afirma. “Todo mundo quer dinheiro, ainda mais assim, quase de graça”, diz sobre ter chegado cedo à agência. O destino dos recursos deve ser a poupança ou alguma tatuagem, diz.

        Com informações da Folhapress.

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        Três homens acusados pela morte de um funcionário da Caixa Econômica Federal (CEF), em Maracás, no Vale do Jiquiriçá, foram presos nesta quarta-feira (23).

        Filipe Meira de Oliveira, de 29 anos, foi encontrado morto dentro de um porta malas de um veículo, às margens da BR-587, no dia 13 de novembro (ver aqui).

        Segundo o delegado titular de Jequié, Cristiano Mangueira, que investiga o caso, um dos acusados Girleno Pereira de Miranda, de 31 anos, tinha uma dívida com a vítima e, para não pagar, contratou dois homens para matar o bancário.

        Com Girleno, foram presos Rogério de Jesus Santos, o Branquelo, que confessou a morte do funcionário da Caixa; e Jackson Silva de Jesus, de 20 anos.

        Em depoimento ao delegado, Girleno alegou que a vítima cobrava juros abusivos de um empréstimo tomado pelo acusado.

        O homem ainda disse que o funcionário do banco exigia a casa e um sítio, ambos de propriedade de Girleno, como parte do pagamento.

        Ainda segundo a Polícia, a vítima teria sido atraída para um encontro com a promessa de a dívida ser paga. No local, o bancário foi morto.

        Jackson confessou ter sido o responsável por incendiar o carro.

        Conforme o delegado, as investigações continuam. Há a suspeita de que outras pessoas estejam envolvidas no crime. Os três seguem custodiados em Jequié, à disposição da Justiça.  Bahia Notícias

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        Declarações foram feiras após anúncio de plano de reestruturação do Banco do Brasil.

        O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse hoje (21) não haver, até o momento, a intenção de seguir o exemplo do Banco do Brasil, que recentemente anunciou o fechamento de algumas de suas agências. “A Caixa não tem a intenção de fechar agências”, disse Occhi. “Claro que agências com resultados deficitários podem ser revistas”, disse ele após participar da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), mais conhecido como Conselhão.

        Segundo ele, das 3,7 mil agências da Caixa, cerca de 100 não tem apresentado resultados satisfatórios. “Mas antes de optarmos pelo fechamento das agências há outras medidas possíveis, como redução do tamanho da agência, transformá-las em postos de atendimento, transferência de local. A última alternativa é o fechamento da unidade”, disse Occhi. Ele acrescentou, no entanto, que o banco estuda a possibilidade de fazer um programa de apoio à aposentadoria.

        O Banco do Brasil anunciou que vai fechar agências bancárias, ampliar o atendimento digital, lançar um plano de aposentadoria incentivada e propor redução de jornada de trabalho para parte dos funcionários. Segundo o banco, será preservada a presença do BB nos municípios em que já atua. Serão fechadas 31 superintendências regionais e 402 agências. Outras 379 agências serão transformadas em postos de atendimento bancário. Atualmente, o BB tem 4.972 agências de varejo e 1.781 postos de atendimento. Em outubro, o banco já havia iniciado o encerramento de outras 51 agências

        Pouco antes de a reunião do CDES, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, disse estar otimista com relação à queda dos índices inflacionários, o que possibilitaria redução dos juros no país. “Há condições estruturais de queda de juros, uma vez que a inflação já está sinalizando [chegar a] patamares bem confortáveis”, disse ele. Com informações da Agência Brasil.  Notícias ao Minuto

         

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        Ao final de nove meses deste ano, a Caixa possui R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios, que alcançaram R$ 1,2 trilhão.

        A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 998,118 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 67,1% em relação a igual período do ano passado (R$ 3,037 bilhões).

        O índice de inadimplência encerrou setembro em 3,48%. Segundo o banco, esse resultado foi influenciado por um “grupo econômico específico do setor de óleo e gás”. “Excluído esse efeito, a inadimplência alcançaria 3,26% e ficaria estável em relação ao trimestre anterior e ao terceiro trimestre de 2015”, diz o banco.

        Ao final de nove meses deste ano, a Caixa possui R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios, que alcançaram R$ 1,2 trilhão. O índice de Basileia encerrou o período em 13,5%. Esse percentual indica a capacidade do banco de emprestar, levando-se em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos.

        Carteira de crédito cresce 5%

        A carteira de crédito ampla apresentou saldo de R$ 699,6 bilhões, crescimento de 5 % em 12 meses e participação de 22,2% no mercado, avanço de 1,4 ponto percentual. “O crescimento das operações de habitação, saneamento infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis pelo aumento da carteira”, destacou o banco.

        O crédito habitacional, principal segmento de crédito da Caixa, registrou saldo de R$ 401,5 bilhões, com evolução de 6,7% em 12 meses. Esse salto representa 66,8% do mercado. As operações de saneamento e infraestrutura apresentaram saldo de R$ 77,8 bilhões, avanço de 13,8% em 12 meses.

        As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$ 193,5 bilhões, redução de 1,9% em 12 meses, influenciadas, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica, que apresentou queda de 4,2%.

        O segmento comercial pessoa física apresentou estabilidade no mesmo período, tendo como destaque o crédito consignado, que cresceu 8%, e fechou o terceiro trimestre com saldo de R$ 62,9 bilhões. Com informações da Agência Brasil.

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        A Caixa Econômica Federal recebe R$ 4,4 bilhões por ano para administrar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que completa 50 anos nesta terça-feira, 13. O valor representa 1% do ativo do fundo, que é direcionado para remunerar o banco, que tem o monopólio na administração dos recursos dos trabalhadores.

        A regra que estipula esse porcentual para o pagamento ao gestor entrou em vigor em agosto de 2008, mas vem sendo questionada pelos membros do conselho curador do FGTS – órgão que reúne representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores. Muitos questionam a exclusividade da Caixa na gestão dos recursos, diante do baixo retorno das aplicações do dinheiro.

        “Sabemos que houve ganhos com a centralização dos recursos em um único banco”, defende a vice-presidente de fundos e loterias da Caixa, Deusdina dos Reis Pereira. Segundo ela, o banco faz uma gestão transparente e responsável dos recursos, procurando dar comodidade e facilidade ao trabalhador, além de contar com uma rede ampla de agências e loterias em todo o Pais.

        Na última década, o total de contas vinculadas administradas pela Caixa subiu de 514 milhões para 719 milhões. No período, os ativos totais do fundo saltaram de R$ 186 bilhões para R$ 498 bilhões. A arrecadação bruta aumentou de R$ 36 bilhões para R$ 114 bilhões.

        A ONG Instituto Fundo Devido ao Trabalhador calcula que, nos últimos 14 anos, o lucro líquido do FGTS teve crescimento de 938%, enquanto o rendimento que vai para a conta dos trabalhadores subiu neste período apenas 90%.

        Atualmente, o dinheiro do FGTS rende 3% ao ano mais Taxa Referencial. Alguns membros do conselho curador do fundo defendem o fim do monopólio da Caixa na administração para aumentar essa remuneração ao permitir que outros bancos apliquem em projetos de longo prazo, com retornos mais atrativos. Essas mudanças, porém, precisam de autorização do Congresso Nacional.

        Com informações do Estadão Conteúdo.

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        Mônica Regina Moura, empresária, mulher e sócia de João Santana, marqueteiro das campanhas de Lula e Dilma entre 2006 e 20014, disse ao juiz Sérgio Moro que está disposta a colaborar com a justiça, mas que só o fará com acordo assinado.

        Eles foram interrogados na tarde de quinta-feira (21) e são acusados de receber propinas do esquema montado na Petrobras. Ambos confessaram que, ao serem presos pela Polícia Federal (PF), mentiram no inquérito. O casal esclareceu a Sérgio Moro que  R$ 4,5 milhões recebidos por meio do doleiro e operador de propinas Zwi Scornicki, era dinheiro da campanha eleitoral de Dilma, em 2010.

        De acordo com Mônica, tais valores eram relativos a dívidas da campanha eleitoral em 2010 (Dilma) e Zwi lhe foi indicado pelo então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Ela entretanto negou saber que o dinheiro tinha origem em propinas do esquema Petrobrás. A versão foi confirmada pelo marido dela, assim que ele depôs a Moro.

        Perguntado pelo Ministério Público Federal (MPF) do motivo de o pagamento ocorrer apenas em 2013 e de forma parcelada, Santana disse que os atrasos nos pagamentos das dívidas das campanhas sempre ocorrem para quem atua na área de marketing eleitoral.

        O casal quis responder sobre depósitos e pagamentos da Odebrecht que fazem parte de outra ação penal – referente ao Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, conhecido como Divisão de Propinas. Sobre este outro caso, João Santana disse ao juiz que ficaria em silêncio e que preferia falar no outro processo, mediante acordo com a Justiça.

        Mônica Moura disse na audiência que o caixa dois é corriqueiro em campanhas eleitorais, e que nunca deixou de existir, pois as relações dos empresários com partidos e governos sempre se deu, segundo ela, buscando caminhos extralegais.

        No final da audiência, Mônica chegou a desabafar: “Nunca soubemos de Mensalão, de propinas na Petrobrás. Somos publicitários, nunca recebi propina, sempre recebi pelo meu trabalho. Não sou agente público, não sou política, não sou empreiteira. Sempre trabalhei para partidos políticos fazendo campanha.” Por outro lado, ela admitiu não ser inocente: ”Infelizmente, não posso dizer não sou totalmente inocente não suo eu recebei de uma forma ilícita eu aceitei um jogo que infelizmente impera na minha atividade. Esse é o meu grande erro”. Tais declarações são retiradas do depoimento de Mônica, que foram publicados por um jornal. Varela Notícias

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        O governo interino de Michel Temer (PMDB) já tem planos para apostas esportivas na internet e para a loteria instantânea da Caixa Econômica Federal: criar uma estatal para explorar tais modalidades e privatizá-la. De acordo com a Folha, a ideia do governo é, primeiro, atrair empresas estrangeiras que atuam no setor e privatizar uma estatal que deverá ser criada para explorar as apostas na internet. A Caixa ficaria na empresa como sócia minoritária. Por outro lado, há a intenção também de privatizar a Caixa Instantânea, estatal que já existe e explora a Lotex, responsável pela venda da raspadinha. O governo interino avalia que a Lotex pode render até R$ 4 bilhões ao governo e o potencial de venda concessão do serviço de jogos de apostas eletrônicas pode ser ainda maior, rendendo ambas as privatizações mais de R$ 8 bilhões. O processo havia sido iniciado pela equipe da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).
        O secretário de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, disse que já existem empresas estrangeiras interessadas na exploração das apostas esportivas no Brasil. A modalidade, no entanto, ainda não é regulamentada no país, embora existam projetos sobre o assunto em discussão no Congresso. “Não é jogo de azar. São jogos eletrônicos, que já existem, baseados em apostas esportivas, tipo loteria eletrônica”, afirmou o secretário do Tesouro, Ana Paula Vescovi.
        A proposta de regulação de apostas eletrônicas no modelo brasileiro permite que o apostador faça apostas únicas em eventos esportivos, tentando acertar, por exemplo, o resultado de um jogo de futebol ou vôlei, qual será o placar e quem marcará o primeiro gol. A ideia é conceder a privatização por 10 ou 20 anos.  Bahia Notícias