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Banco do Brasil

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Com dois dias de antecedência em relação ao calendário oficial, os correntistas da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil (BB) com mais de 70 anos recebem hoje (17) os depósitos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Serviço Público (Pasep). Os bancos transferirão, sem custos, o dinheiro aos beneficiários com conta nas instituições financeiras.

Quem não tiver conta na Caixa, que administra o PIS, ou no Banco do Brasil, que gerencia o Pasep, só poderá sacar os recursos a partir da próxima quinta-feira (19), quando começa o calendário oficial de saques. A retirada poderá ser feita nos terminais de autoatendimento, nas casas lotéricas, nos correspondentes bancários e nas casas lotéricas, dependendo do valor das cotas.

A retirada é válida somente para os trabalhadores com carteira assinada que contribuíram para algum dos dois fundos até 4 de outubro de 1988.

Em 17 de novembro, começará o saque para aposentados. Em 14 de dezembro, a retirada será liberada para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Não há data limite para os saques. Os herdeiros de cotistas falecidos podem sacar o dinheiro a qualquer momento.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição de 1988 passou a destinar a arrecadação do PIS/Pasep para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o governo, a medida vai injetar R$ 15,9 bilhões na economia e beneficiar 7,8 milhões de pessoas. Desse total, R$ 11,2 bilhões virão dos saques do PIS, vinculado aos trabalhadores da iniciativa privada e administrado pela Caixa Econômica Federal, que beneficiarão 6,4 milhões de cotistas. O restante virá do Pasep, vinculado aos servidores públicos e administrado pelo Banco do Brasil.

Retirada

Na Caixa Econômica, os cotistas do PIS poderão fazer a retirada de três maneiras. Os pagamentos de até R$ 1,5 mil serão feitos nos caixas eletrônicos, digitando a Senha Cidadão, sem a necessidade de cartão bancário. Quem não tiver a senha pode obtê-la no seguinte endereço, bastando clicar em “esqueci a senha” e preencher os dados.

Os saques de até R$ 3 mil podem ser feitos nos caixas eletrônicos, mas o cliente precisará usar o Cartão Cidadão e digitar a Senha Cidadão. Nas lotéricas e nos correspondentes bancários, o cotista poderá retirar o dinheiro, levando o Cartão Cidadão, a Senha Cidadão e algum documento oficial de identificação com foto. Acima desse valor, o beneficiário deverá ir a alguma agência da Caixa levando documento oficial com foto.

Clientes da Caixa receberão o depósito automaticamente nas contas correntes dois dias úteis antes do calendário de saques. A Caixa informou que também fará a transferência do dinheiro para clientes de outros bancos, desde que a conta esteja no mesmo nome do beneficiário. A operação não terá custos.

Pasep

Em relação aos saques do Pasep, o Banco do Brasil também depositará o dinheiro automaticamente nas contas dos correntistas dois dias antes do calendário de saques.

Os cotistas com saldo de até R$ 2,5 mil sem conta no banco poderão pedir transferência para qualquer conta em seu nome em outra instituição financeira na página do banco na internet ou nos terminais de autoatendimento. Não correntistas com saldo acima desse valor ou herdeiros de cotistas falecidos deverão ir às agências.

Os clientes com dúvidas podem consultar as páginas da Caixa www.caixa.gov.br/cotaspis ou do Banco do Brasil www.bb.com.br/pasep.

Agência Brasil

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Quase metade desses recursos (R$ 3,9 bilhões) foi resultado do ágio dos leilões em setembro das usinas da Cemig e dos blocos de petróleo

resultado melhor que o esperado com as receitas extraordinárias de setembro dividiram a equipe econômica. Enquanto o Ministério do Planejamento quer usar esses recursos para descongelar gastos, a Fazenda prefere segurá-los para fechar este ano com um deficit menor do que a meta de R$ 159 bilhões.

Hoje, o governo conta com cerca de R$ 8 bilhões a mais do que o previsto para essas receitas extraordinárias.

Quase metade desses recursos (R$ 3,9 bilhões) foi resultado do ágio dos leilões em setembro das usinas da Cemig e dos blocos de petróleo.

A equipe econômica esperava arrecadar R$ 11 bilhões com a venda de quatro hidrelétricas da estatal mineira e faturou R$ 12,1 bilhões.

Com o leilão dos campos de petróleo, o ganho foi maior. A União previa arrecadar R$ 1 bilhão e recebeu R$ 3,8 bilhões com as outorgas.Fazenda e Planejamento ainda precisam se entender para a liberação de R$ 4 bilhões em precatórios “presos” no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal.

Precatórios são recursos de sentenças judiciais depositados em bancos estatais.

Um projeto de lei aprovado recentemente permite que o governo use automaticamente o dinheiro não sacado há mais de dois anos.

No entanto, os bancos públicos apresentaram pendências jurídicas que barram essa liberação. Planejamento e Fazenda teriam de baixar uma portaria para resolver o problema, mas ainda não chegaram a um acordo.

DIVERGÊNCIA

No mês passado, a equipe econômica liberou R$ 12,8 bilhões que estavam congelados devido a restrições orçamentárias.

No entanto, R$ 32,2 bilhões em despesas previstas pelos ministérios e pela administração direta continuam represados.

Dirigentes de sociedades científicas já foram ao presidente Michel Temer para informar que pesquisas importantes para o país serão paralisadas e, se isso ocorrer, estarão praticamente perdidas. Somente neste ano, há um buraco de R$ 1,3 bilhão no orçamento do Ministério de Ciência e Tecnologia. No próximo ano, essa diferença passará para R$ 2,5 bilhões.

Parlamentares mineiros querem que parte da verba extra seja empregada em projetos no Estado, como forma de compensação pela perda das usinas da Cemig.

O vice-presidente da Câmara, Fábio Ramalho (PMDB-MG), diz que pediu a Temer R$ 1 bilhão para compra e manutenção de equipamentos para hospitais, além de verbas para as rodovias BR- 381 e BR-367.

O Planejamento vê sinais consistentes de retomada da arrecadação e, por isso, defende a liberação de recursos.A equipe do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, prefere a cautela.

A receita que virá do Refis é o principal fator de incerteza. Da forma como foi aprovado pelo Congresso, o programa de refinanciamento de dívidas tributárias deverá sofrer vetos de Temer e isso poderá reduzir a previsão de arrecadação de cerca de cerca de R$ 10 bilhões para cerca de R$ 7 bilhões.

Como fez no ano passado, a Fazenda prefere usar a possível “sobra” de recursos para reduzir o deficit fiscal neste ano, que já foi ampliado de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões. Isso daria um sinal de compromisso do governo com o ajuste fiscal.

Folhapress.

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    Ao discursar para investidores chineses, o presidente Michel Temer disse hoje (2), em Pequim, que o Brasil está recuperando o dinamismo da economia e voltando para “o trilho do desenvolvimento”. Em seu terceiro dia de viagem à China, Temer discursou para 360 empresários no encerramento do Seminário sobre Oportunidades de Investimento promovido pela Apex-Brasil.

    “Sei, tenho a mais absoluta convicção, pelos encontros que tive nesses dois dias aqui na China, com as autoridades que gentilmente nos receberam, que a China continuará ao lado do Brasil, neste momento em que voltamos para o trilho do desenvolvimento. Sei que os empresários chineses são e seguirão sendo grandes parceiros nessa empreitada”, disse.

    Nos dois últimos dias, Temer teve reuniões com o presidente Xi Jinping, com o primeiro-ministro Li Keqiang e com o presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Yu Zhengsheng, além dos presidentes das gigantes do setor elétrico State Grid Corporation of China e China Three Gorges Corporation, da empresa de telecomunicações Huawei e do grupo empresarial HNA.

    Em seu discurso, Temer lembrou que há um ano falou a empresários chineses em Xangai sobre a agenda de reformas do seu governo para recuperar a economia. “Pois, hoje, passados 12 meses, posso dizer-lhes que a missão está sendo cumprida. O Brasil está de volta e aguardando os empresários chineses”, acrescentou.

    Temer e os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira, dos Transportes, Maurício Quintella, da Agricultura, Blairo Maggi, de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, apresentaram os projetos de investimento, principalmente o pacote de concessões e privatizações de aeroportos, portos, rodovias e linhas de transmissão lançado na semana passada pelo governo.

    O presidente voltou a comentar resultados recentes da economia: “Só para registrar, dados muito recentes revelam que no ano passado o PIB [Produto Interno Bruto] foi negativo no Brasil, mas neste ano, no primeiro trimestre, foi de 1% e, logo agora, neste segundo semestre, mais 0,2%. Portanto, recuperação do PIB brasileiro em pouquíssimo tempo”.

    Temer também falou da taxa básica de juros da economia, a taxa Selic, que passou de mais de 14% para 9,25%: “A indicar que até o final do ano talvez estejamos em 7[%], 7,5%, segundo dizem os analistas”, disse. “Eu confesso que fizemos tanto nesses 15 meses que nem parece que se passaram apenas 15 meses desde que assumimos o governo”.

    Aos investidores, Temer disse que podem encontrar no Brasil oportunidades seguras para negócios. “Nós temos, agora, um novo modelo para concessões e privatizações. É um modelo mais previsível e mais racional, que fortalece a segurança jurídica. Porque nenhum empresário aplica ou quer aplicar se não obtiver a segurança jurídica para o seu investimento”.

    Segundo a Presidência brasileira, o vice-primeiro-ministro da China, Wang Yang, disse neste sábado, durante encontro com Temer, que há interesse das empresas chinesas em participar dos leilões programados do Programa de Parcerias de Investimento, principalmente em áreas como energia e transportes.

    Amanhã (3), Temer viaja para a cidade chinesa de Xiamen, onde vai participar da 9ª cúpula de chefes de Estado e de Governo do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) até terça-feira (5).

    Atos

    No seminário, foram assinados oito atos empresariais, entre eles o termo de ratificação dos acordos para implantação do parque siderúrgico entre o governo do Maranhão e a China Brazil Xinnenghuan International Investment (CBSteel) e o protocolo de intenções entre a Itaipu e a China Three Gorges Corporation para desenvolver ações conjuntas de pesquisa nas áreas de energia renovável.

    Na ocasião, foi firmado o memorando de entendimento entre o Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura e a China Communication Construction Company para a aquisição do Terminal Graneleiro de Babitonga, em Santa Catarina.

    Acordo de cooperação entre a Petrobras e o China Development Bank e o memorando de entendimento para cooperação entre o Banco do Brasil e o Industrial Commercial Bankof China também foram assinados.

    Brasil e China firmaram ontem 14 atos internacionais. Três deles são acordos bilaterais entre os dois governos e os outros são acordos privados e interinstitucionais, que podem gerar negócios e investimentos futuros no Brasil.

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    O processo de reestruturação do Banco do Brasil (BB), comandado por Paulo Rogério Caffarelli, foi iniciado na terça-feira (11). A meta da instituição financeira seria reduzir em até 18 mil o número de empregados, de um total de 115 mil colaboradores.

    A ideia do governo do presidente Michel Temer, segundo os blogueiros Vicente Nunes e Antonio Temóteo, do Correio Braziliense, é tornar a instituição mais leve, o que poderá também reduzir o escopo de negócios.

    Na terça (11), os 93 funcionários da Diretoria de Crédito Imobiliário (Dimob) foram avisados que a área será integrada à Diretoria de Empréstimos e Financiamentos (Diemp), na qual trabalham outras 133 pessoas.

    Outra diretoria deverá ser extinta no processo de reestruturação, mas ainda não se sabe qual. Duas unidades vinculadas diretamente a Caffarellie também deverão ser cortadas.

    Para os próximos dias, será anunciado um plano de demissões voluntárias.

    O motivo para toda a reestruturação seria a perda de competitividade e de rentabilidade média, que caiu pela metade, nos últimos anos, indo de cerca de 14% para 7% ao ano.   Noticias ao Minuto

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    O lucro ajustado foi de R$ 1,8 bilhão, 40% maior em relação ao trimestre imediatamente anterior.

    O Banco do Brasil anunciou lucro líquido de R$ 2,465 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 18% em relação ao segundo trimestre de 2015, quando o lucro foi de R$ 3,008 bilhões. A remuneração aos acionistas atingiu R$ 764,5 milhões no trimestre e R$ 1,4 bilhão no semestre.

    O lucro ajustado foi de R$ 1,8 bilhão, 40% maior em relação ao trimestre imediatamente anterior. A carteira destinada a pessoas físicas encerrou o segundo trimestre com saldo de R$ 187,5 bilhões, um crescimento de 6,4% na comparação com junho de 2015. O banco continua investindo nas linhas de menor risco, como crédito consignado, CDC salário, financiamento de veículos e de imóveis, alcançando 75,8% do total da carteira orgânica.

    O crédito imobiliário atingiu saldo de R$ 51,6 bilhões no segundo trimestre, com crescimento de 17% em relação ao mesmo período de 2015. O financiamento às empresas cresceu 5,7% em um ano, atingindo saldo de R$ 11,9 bilhões. Já o financiamento às pessoas físicas evoluiu 20,94% no mesmo período, alcançando saldo de R$ 39,7 bilhões.

    A carteira de crédito ao agronegócio apresentou crescimento de 9,6% em 12 meses. Na safra 2015/2016, o banco gastou R$ 82,4 bilhões em operações de crédito rural – crescimento de 12,4% em relação ao mesmo período da safra 2014/2015. O banco foi responsável por 62% de participação nos financiamentos destinados ao setor. Com informações da Agência Brasil. Notícias ao Minuto

     

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    CSN: segundo a fonte, o montante de dívida a ser alongado com o BB é próximo dos 2,6 bilhões divulgados pela CSN em acordo com a Caixa

    São Paulo – A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) pode anunciar na próxima semana acordo para alongamento de dívida com o Banco do Brasil, depois do acerto com a Caixa Econômica Federal divulgado nesta quinta-feira, afirmou uma fonte com conhecimento do assunto.

    Segundo a fonte, que falou sob condição de anonimato, o montante de dívida a ser alongado com o BB é próximo dos 2,6 bilhões divulgados pela CSN em acordo com a Caixa nesta quinta-feira. Da REUTERS

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    São Paulo – O Ibovespa caía mais de 2,6% esta segunda-feira. Ecorodovias, Banco do Brasil, Cosan,Localiza e CESP despencavam mais de 5%. Os únicos destaques de alta são os papéis das empresas de papel e celulose. Fibria subia mais de 3% e Suzano tinha alta de 2,6%. O pregão é influenciado pela notícia de que o governo desistiu da CPMF e o orçamento de 2016 irá ao Congresso mostrando déficit. Confira outros destaques no Direto da Bolsa. Exame

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    São Paulo – O Banco do Brasil SA sempre foi negociado com desconto em relação aos bancos privados brasileiros. Agora, ele é o banco mais barato do mundo depois de o governo começar a vender parte de sua fatia no capital.

    O Banco do Brasil é negociado a 5 vezes o lucro previsto para os próximos 12 meses. Essa é a menor relação entre os 100 principais bancos do mundo por valor de mercado.

    A média nesse grupo é de 11,5 vezes, segundo dados compilados pela Bloomberg.

    O maior banco da América Latina em ativos está em queda depois que o fundo soberano brasileiro anunciou que no mês passado começou a vender ações. A venda é um sinal de que o governo pode sacar recursos do fundo para financiar o déficit fiscal.

    O Fundo Soberano vendeu 1 milhão de ações do BB em junho, segundo dados compilados pela Bloomberg.

    “A venda é muito negativa para as ações”, disse Gilberto Tonello, analista do Grupo Bursátil Mexicano em São Paulo, em entrevista por telefone, na segunda-feira. “O que os investidores vão pensar? Se o maior acionista está vendendo, é melhor cair fora antes”.

    O volume de negociação subiu 44 por cento acima da média de três meses da ação no dia 16 de julho, depois que a Bloomberg informou a venda de ações.

    O Tesouro posteriormente confirmou a transação, chamando-a de uma “medida prudencial em um contexto de política de consolidação fiscal do Setor público”.

    O Banco do Brasil e o Tesouro não quiseram comentar a perspectiva para as ações do banco.

    Nota de crédito

    O governo da presidente Dilma Rousseff vem elevando impostos e cortando despesas para reduzir o maior déficit fiscal em mais de uma década e evitar o corte na nota de crédito do País, que poderia colocar em xeque seu grau de investimento.

    O governo pode pedir que o Fundo Soberano venda mais ações do Banco do Brasil para ajudar a financiar o déficit fiscal, disse uma fonte com conhecimento do assunto, que pediu anonimato porque os planos não são públicos.

    A venda inicial de 1 milhão de ações representa menos de 1 por cento da participação de R$ 2,41 bilhões do fundo no banco.

    Para os investidores capazes de suportar o risco, o Banco do Brasil ainda é uma aposta válida por causa de seus dividendos, disse Karina Freitas, analista da corretora Concórdia.

    O banco deverá pagar R$ 1,656 por ação em 2016, um rendimento equivalente a cerca de 7,5 por cento, com base nos preços atuais, segundo estimativas de analistas compiladas pela Bloomberg. Esses valores contrastam com um pagamento de 4,4 por cento do Itaú Unibanco Holding SA.

    “Sob uma perspectiva de longo prazo, estamos positivos em relação ao setor bancário”, disse Freitas, de São Paulo. Ela é uma dos nove analistas que classificam a ação como compra. Treze recomendam mantê-la e um aconselha a venda.

    João Pedro Brugger, gerente de recursos da Leme Investimentos, que supervisiona cerca de R$ 500 milhões em ativos, disse que a ação pode cair ainda mais.

    “A venda vai pesar no preço da ação, não tem como não pesar”, disse Brugger, por telefone, de Florianópolis. “É um volume significativo”. Exame. com

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    Uma agência do Banco do Brasil ficou parcialmente destruída após cerca de dez homens fortemente armados explodirem um caixa eletrônico da unidade bancária. O crime acorreu na madrugada desta quinta-feira (28) no município de Governador Mangabeira, a 138 km de Salvador. De acordo com as primeiras informações, os ladrões chegaram à cidade em dois carros de passeio, por volta das 2h20, mas a polícia não soube informar se alguma quantia em dinheiro foi levada pelos bandidos, que durante a ação ainda invadiram o hospital municipal que fica em frente ao banco roubando uma TV de LCD e celulares dos funcionários. A Polícia Militar foi acionada, mas até o momento não há informações sobre prisões. Em janeiro de 2012, um vigilante de rua foi executado com vários tiros depois de flagrar um assalto na referida agência. O crime deve ser investigado pela Polícia Federal.

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    Uma semana após a Caixa Econômica Federal restringir o financiamento de imóveis usados, o Banco do Brasil seguiu o exemplo e reajustou os juros das linhas de crédito para habitação. A partir do dia 18, as taxas de financiamentos imobiliários subirão de 9,9% ao ano mais a taxa referencial (TR) para 10,4% ao ano mais a TR. A mudança vale para financiamentos concedidos a partir dessa data.

    Em nota, o banco informou que o aumento dos juros foi necessário para compensar os maiores custos de captação. Em compensação, o prazo máximo de pagamento foi estendido de 360 meses (10 anos) para 420 meses (15 anos). A ampliação do prazo dependerá do perfil de cada cliente. O teto de financiamento foi mantido em 80% do valor do imóvel para todos os mutuários.

    Apesar de ter aumentado os juros, o Banco do Brasil informou que adotou uma série de ações recentes para aprimorar as linhas de crédito imobiliário. Entre as medidas, estão a flexibilização das taxas conforme o grau de relacionamento do cliente com o banco e a autonomia para os clientes decidirem a fórmula de cálculo das prestações.

    Na segunda-feira (4), entraram em vigor as novas regras para financiamentos de imóveis usados pela Caixa. O limite do valor total financiado caiu de 80% para 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação e de 70% para 40% no Sistema Financeiro Imobiliário, que financia imóveis mais caros. Agência Brasil