Esquadrão antibombas é chamado após homem-bomba invadir Unijorge; BOPE negocia rendição

Esquadrão antibombas é chamado após homem-bomba invadir Unijorge; BOPE negocia rendição

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Henrique Brinco henrique@varelanoticias.com.br

O Esquadrão Antibombas e o Exército foram chamados após um homem-bomba invadir a Unijorge, na tarde deste domingo (24), durante a realização de uma prova da OAB. Ambulâncias do Samu e viaturas do BOPE estão no pátio da universidade, além da Polícia Militar. O suspeito estaria na sala 711 da instituição, segundo informações extraoficiais.

Em nota, o BOPE informou que está negociando a rendição do suspeito, que está isolado em uma sala. Ainda não há informações confirmadas sobre a motivação das ameaças. O caso também é organizado por equipes especializadas no Centro Integrado de Comando e Controle, instalado no Centro de Operações e Inteligência. Por enquanto, não há informações sobre baleados ou vítimas.

“Explosivos” de “homem-bomba da Unijorge” eram balas de gengibre; veja fotos

O bacharel em Direito, Frank Oliveira da Costa, usou balas de gengibre para simular que estava amarrado a explosivos. O “homem-bomba” da Unijorge tocou o terror na instituição neste domingo (24). Ele usou uma faixa verde e enrolou diversos saquinhos do doce embaixo de uma camisa branca.

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Depois das 16h30, aconteceu a rendição, com a prisão do homem e a retirada do artefato intacto para investigação

Apesar da correria, o prédio foi evacuado rapidamente, sem vítimas ou reféns. A Polícia Militar foi acionada e, chegando rapidamente ao local, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) assumiu a situação, isolando o incidente à sala 711, no 7º andar, onde o suspeito se encontrava. Pouco depois das 16h30, aconteceu a rendição, com a prisão do homem e a retirada do artefato intacto para investigação.

“O prédio 1 do campus Paralela é frequentemente alugado para realização de provas e concursos. Nessas ocasiões, o locatário assume na totalidade a operação do espaço, sendo responsável por limpeza, acesso, segurança, dentre todas as outras atividades necessárias para o pleno funcionamento do local. É a primeira vez que é registrado um incidente do tipo. Tão logo soube do ocorrido, a Unijorge se prontificou a dar acesso às centrais de monitoramento e controle para que a polícia pudesse atuar com a agilidade necessária, estando presente durante todo o tempo até a evacuação completa do campus e resolução final da situação”, declarou a Unijorge em nota. Varela Notícias

 

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